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    Segunda-feira, 28 de novembro de 2011, atualizada às 17h40

    Esquete Klaus e a chave tetra vence o 3º Festival de Cenas Curtas

    Da Redação
    Esquete Klaus e a chave tetra

    O esquete "Klaus e a chave tetra" venceu o 3º Festival de Cenas Curtas de Juiz de Fora. A competição cultural, promovida pela Prefeitura de Juiz de Fora, através da Funalfa, reuniu em torno de 800 pessoas, em três eliminatórias, nos últimos dias 5, 12 e 19, além da final no dia 26 de novembro.

    Com texto de Felipe Moratori e direção de Tom Bryner, que também se revezaram no elenco, a cena "Klaus e a chave tetra" (foto ao lado) conquistou o público e os jurados contando a frágil relação entre Klaus e seu pai. O principal objeto do conflito familiar é a chave da porta da frente. Enquanto o pai está fora, Klaus se tranca dentro da casa e desenha um perigoso universo particular, com o giz de um diabo que descobre em seu guarda-roupa. A equipe, que contou ainda com Kiara Luz (iluminação e sonoplastia) e Vinícius Costa (contrarregragem), recebeu troféu e prêmio de R$ 5 mil reais.

    "Como descascar cebolas sem chorar" foi a cena classificada em segundo lugar no festival, recebendo troféu e R$ 3 mil. O esquete contou a história de uma mulher dramática, ambígua e intensa, que dá uma aula sobre cebolas, sua origem, seu uso e as aplicações mais comuns. Ela vai ensinando como cortar uma cebola e se emociona com isso, até que percebemos que a cebola e suas camadas funcionam como uma metáfora das angústias e da vida dessa mulher. Tairone Vale assina texto e direção. No elenco, Lívia Gomes. Já a produção ficou por conta de Ana Loureiro e a trilha sonora, de Felipe Tavares.

    A delicada história de um homem cheio de conflitos, ideais e reflexões, que teve encerrado um casamento de três anos com um rapaz que morreu tragicamente em um acidente de carro é o mote do esquete "Cartas de amor ao próximo". A cena classificada em terceiro lugar no Festival de Cenas Curtas, recebeu troféu e R$ 1 mil. A história aborda a relação entre os dois e o rompimento brusco, que leva o jovem a pensamentos que até então não havia se permitido ter. Passa a olhar verdadeiramente para dentro de si e decide se matar. Se o amor estava morto, então para quê todo o resto? O drama tem texto de Breno Motta, que também está no elenco e na seleção musical, e direção de cena de Tascia Souza. Breno Motta e Tiago Vitor criaram o cenário e o desenho de luz. Tiago Vitor fecha a ficha técnica, responsável pela operação de vídeo.

    O Prêmio Destaque do 3º Festival de Cenas Curtas, no valor de R$ 1 mil, foi concedido pelo júri ao esquete "Pandora e Panaceia", pela ousadia e experimentação dos recursos técnicos e cênicos.


    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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