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    JF sedia 23º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga

    A programação inclui 30 concertos gratuitos em teatros e igrejas, além de 13 apresentações ao ar livre, palestras e exposição

    Andréa Moreira
    Repórter
    14/7/2012
    Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

    Durante 15 dias Juiz de Fora será invadida pelos sons de violinos, flautas, clarinetas e tantos outros instrumentos musicais. Isso porque será aberta, neste domingo, 15 de julho, o 23º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, promovido pelo Centro Cultural Pró-Música.

    A programação, que é totalmente gratuita, contará com 30 concertos gratuitos em teatros e igrejas, além de 13 apresentações ao ar livre e palestras. O evento, que é referência no Brasil, traz para Juiz de Fora, todos os anos, os grandes nomes da música nacional e internacional. De acordo com a assessoria do evento, cada edição do festival conta com a participação de cerca de 80 mil espectadores. Assim, quase dois milhões de pessoas já presenciaram o evento cultural ao longo das edições.

    A programação do festival apresenta também três exposições. Duas seriam expostas no Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM), mas devido à greve dos servidores federais, o espaço está fechado, o que ocasionou o cancelamento da abertura das exposições Il Guarany, de Carlos Scliar, e Santos Todos Nós, de Hélio Siqueira.

    Já a exposição didática O som no tempo - a evolução dos instrumentos musicais será inaugurada segunda-feira, 16 de julho, na Galeria Renato de Almeida, do Centro Cultural Pró-Música. As visitas serão agendadas com alunos de escolas públicas e sociedades de bairros de Juiz de Fora.

    Concertos

    Cultura, arte e religiosidade irão se misturar nos concertos do festival. Os eventos, que terão como palco os teatros e igrejas, irão receber renomes mundiais, como o belga Ricercar Consort e o espanhol More Hispano. As pessoas ainda terão a oportunidade de assistir às apresentações do pianista Arnaldo Cohen, ou do violonista Yamandu Costa, além da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e da Orquestra Barroca do Festival, a qual irá gravar um CD.

    Cursos

    O 23º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga vai oferecer 36 cursos nas áreas de cordas, sopros, orquestras, vozes e didática da musicalização. Entre as opções estão os cursos de traverso, viola da gamba, violino, violoncelo, cravo, além de canto barroco, além de instrumentos modernos e as oficinas para crianças, como a de prática de orquestras. A formação de professores tem espaço com o curso de didática da musicalização infantil. O evento oferece, ainda, master class internacional com integrantes do Ricercar Consort e palestras, ministradas por Paulo Bosísio, Homero Magalhães Filho, Rodolfo Valverde e César Villavicencio.

    Diariamente, antes de cada concerto, os espectadores poderão se informar sobre as atrações e os programas dos recitais, com os comentários do professor Rodolfo Valverde. O festival deste ano também terá a retomada do Encontro de Musicologia Histórica. 

                                               Confira neste link a programação completa

    Orquestra Barroca Orquestra Pró-Música, regente Nelson Nilo Hack
                                                                                                          Os textos são revisados por Mariana Benicá

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