Quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020, atualizada às 8h10

CCBM apresenta trabalhos de mais de cem artistas

Da redação

Mais de cem artistas, como Carlos Bracher, José Alberto Pinho Neves, Márcio Brigatto, Knorr e Ramón Brandão, entre outros, integram as quatro mostras que estão em cartaz no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM) - na Avenida Getúlio Vargas 200 – Centro.

As obras apresentam grande diversidade de linguagens, incluindo fotografia, pintura, escultura, ilustração e arte digital. São trabalhos produzidos por artistas locais e de outros centros, em diversas faixas etárias.

Memória Mascarenhas| Classificação indicativa: Livre

Organização: Fernanda Cruzick

Artistas: Carlos Bracher, José Alberto Pinho Neves, Humberto Nicoline, Márcio Brigatto, Heitor Magaldi, Jorge Arbach e Ramón Brandão

A mostra conta a história de um dos mais tradicionais espaços de cultura de Juiz de Fora: o CCBM. Reunindo imagens e documentos ilustrativos, entre outros fragmentos de memória, a exposição reconstitui a trajetória da antiga Companhia Têxtil “Bernardo Mascarenhas”, fundada em 1888, que funcionou até a década de 1980.

Depois de um período de abandono, a construção mobilizou a classe artística e outros segmentos sociais, que lançaram a campanha “Mascarenhas, meu Amor!”, em defesa da revitalização do prédio e sua transformação em espaço dedicado às artes. A inauguração do CCBM aconteceu em 31 de maio de 1987.

Montagem Povera #2 | Classificação indicativa: 16 anos

Organização: Noah Mancini

Com a proposta de valorizar diversas formas de expressão, a Montagem Povera #2 é resultado de uma oficina homônima, realizada no Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora (IAD-UFJF) e no Corredor Cultural 2019, promovido pela Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), por meio da Fundação Cultural “Alfredo Ferreira Lage” (Funalfa). A ideia é dar espaço a artistas independentes, inclusive de outros estados, e facilitar o acesso ao circuito cultural da cidade.

Junkyard | Classificação indicativa: Livre

Artista: Ramón Brandão

O nome da exposição vem do inglês e significa “depósito de lixo”, definindo o local onde é jogado o que não tem mais utilidade. A sociedade é prodigiosa em produzir mais e mais objetos e seus significados que, no entanto, terão existência efêmera, repetindo o ciclo do fascínio pela novidade, o uso e abuso e o descarte. A mostra propõe uma reflexão sobre esse ciclo.

Palavras Ilustradas

Organização: Fernanda Cruzick

Artistas: Alberto Pinto, Alexandre Marinho, Ana Cecília, Cadu Marques, Carolina Magalhães, Daniel Rodrigues, Dorotéia do Vale, Evandro Luiz, Geovani Montes, Gustavo Buruga, Kátia Badaró, Knorr, Lau Aversa, Leonardo Paiva, Lu Fresz, Luara Nascimento, Luciano Giovani, Luisa Barros, Luíza Costa, Márcia Evaristo, Margareth Guiga, Martina Fantini, Neiva Munck, Neruuu, Paulo Sérgio Talarico, Rafael Dantas, Rosália Lopes, Salimena, Valéria Magalhães, Vinícius Chagas e Weder Meirelles.

A coletiva reúne artistas atuantes no campo da ilustração em Juiz de Fora, com as mais variadas formações, técnicas e linguagens. Cria pontes entre as artes plásticas e a literatura, ao mesmo tempo em que cumpre o papel de vitrine para este segmento. A mostra ainda possibilita o encontro dos artistas reunidos, dividindo a mesma paixão – a de trazer conteúdo às palavras, transportando o leitor, de mundos abstratos a visíveis e palpáveis, a partir do seu fazer artístico.

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