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    Exposição traz um novo olhar sobre bairros de Juiz de ForaArtista plástico percorreu a cidade durante três anos, trabalhando in loco, para produzir 150 quadros de bairros juizforanos 

    *Eliza Granadeiro
    Colaboração
    17/12/2010
    Foto de uma tela da exposição

    A exposição JF Bairros, montada no Espaço Cultural dos Correios, é nas palavras do próprio artista plástico Rogério de Deus "uma viagem ao redor da cidade em 150 léguas". Isso porque estão expostas 150 aquarelas que foram pintadas nos próprios bairros da cidade ao longo de três anos de trabalho.

    A mostra está aberta à visitação do público entre os dias 17 de dezembro de 2010 e 21 de janeiro de 2011, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, e aos sábados, das 10h às 14h. Além dos quadros, ela é composta por 12 fotos panorâmicas da cidade, 150 poemas e um vídeo aéreo de meia hora produzido pelo artista.

    "Acredito que esse meu trabalho é como um presente para a cidade, pois possibilita que as pessoas conheçam Juiz de Fora de uma forma diferente. Ele é um novo olhar sobre a cidade", afirma Rogério de Deus. A exposição faz parte do projeto JF Bairros, que possui também o livro JF Bairros - Viagem ao redor de Juiz de Fora em 150 léguas, em fase de edição. "O livro será lançado no decorrer da mostra e estará à disposição do público para consultas. Ele é composto pelas ilustrações das telas e também de textos referentes aos bairros", comenta o artista.


    Foto de tela exposta Foto de outro quadro da exposição
    Produção dos quadros

    Para confeccionar as aquarelas, Rogério de Deus percorreu a cidade durante aproximadamente três anos para pintar nos próprios bairros. "As visitas in loco me permitiram ter um contato visual muito bom com os locais", afirma. O artista também comenta que o trabalho permitiu que ele resgatasse sua própria memória, pois fazia anos que ele não ia a alguns bairros. "Foi uma grande experiência visitar alguns locais porque eles mudaram muito com o tempo. Por isso, acho que o meu trabalho diz respeito a outras cidades, além de Juiz de Fora. Por meio dele, é possível ver o crescimento urbano ao longo dos anos e o desenvolvimento das cidades em geral", completa.

    O artista explica o porquê de serem exatas 150 telas na mostra. "A quantidade de aquarelas expostas, 150, é uma espécie de brincadeira com a légua, medida usada antigamente. Assim, o número 150 é para ter uma relação métrica com essa medida", afirma Rogério de Deus.

    As aquarelas expostas não estão à venda. "Os quadros compõem uma peça única, são parte do todo de um trabalho. Portanto, eles não serão vendidos." O artista vai sortear uma tela que integrou uma outra exposição para as pessoas que visitarem a mostra.

    *Eliza Granadeiro é estudante do 6° período de Comunicação Social da UFJF

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken.

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