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    Quarta-feira, 7 de janeiro de 2009, atualizada às 11h27

    Especialistas franceses e brasileiros se reúnem em Juiz de Fora para discutir processos de avaliação de desempenho escolar



    Guilherme Arêas
    Repórter
    Madalena Fernandes
    Revisão

    Representantes do Ministério da Educação da França e especialistas brasileiros de São Paulo, Pará, Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais estão reunidos em Juiz de Fora para discutir os processos de avaliação escolar nas áreas de português e matemática.

    Organizado pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), o I Painel Internacional de Interpretação de Escalas de Desempenho Escolar acontece até o próximo dia 8 de janeiro.

    O encontro propõe discutir os boletins pedagógicos enviados pelo CAEd a todos os professores da rede pública estadual de Minas Gerais, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

    "Para melhorar os indicadores do ensino, precisamos retratar melhor a realidade da educação brasileira. Nós observamos um largo contingente de alunos que terminam as séries iniciais sem saberem ler. Então, a proposta do material é levar os professores à discussão de como melhorar o processo de aprendizagem", explica a coordenadora da Unidade de Avaliação do CAEd, Lina Kátia Mesquita.

    Desde 1999 existe um acordo de cooperação técnica na área de avaliação entre o Ministério da Educação francês e o CAEd. "No que se refere ao modelo, às competências que devem ser avaliadas na performance do teste e na divulgação dos resultados, eles têm um trabalho bastante significativo. Mas ao mesmo tempo eles aprendem conosco também", revela.

    A coordenadora garante que um processo de avaliação de desempenho escolar bem feito pode ser fundamental para a adequação de políticas voltadas para o tema. "A avaliação educacional tem um desenho censitário: todas as escolas são avaliadas. Além dos resultados servirem para subsidiar políticas públicas que devem ser voltadas para a equidade e a qualidade, os estudos servem para monitorar o ensino ao longo do tempo", conclui Lina.

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