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    Segunda-feira, 16 de março de 2015, atualizada às 15h40

    Escolas municipais começam semana com déficit de quase 4 mil professores

    greve

    As escolas municipais de Juiz de Fora retornaram as aulas nesta segunda-feira, 16 de março, com déficit de quase 3.750 professores, 75% do total de magistrados, conforme levantamento da Secretaria da Educação. Com cerca de 44 mil estudantes e 102 escolas no município, a greve geral deflagrada na última sexta-feira, 13, durante assembleia geral, no Ritz Hotel, ainda tem adesão parcial em algumas instituições.

    De acordo com uma das diretoras do Sindicato dos Professores Municipais (Sintro-JF), Cenira de Almeira, as bases estão se reunindo nesta segunda, para definir quais medidas serão tomadas a partir de agora. "Ainda não fizemos levantamento desta semana quanto à adesão dos professores. Durante a assembleia contabilizamos 92%. Estamos nos preparando para mobilizar o maior número de professores", explica.

    Na próxima quarta-feira, 18, está marcada uma audiência pública na Câmara Municipal para discutir, principalmente, segunda a diretora, o Piso Nacional e o artigo 9°. Ao mesmo tempo haverá uma assembleia, em frente ao local, para repasse das informações e decisões para os professores que estiverem acompanhando a audiência.

    Conforme assessoria da Secretaria de Recursos Humanos da Prefeitura, não há data prevista para novas negociações com representantes do Sinpro-JF.

    Reivindicações

    Os magistrados reivindicaram a revogação do artigo 9° sancionado pelo executivo em julho de 2014 por meio da lei nº 13.011/14, que autoriza a concessão de reajustes diferenciados, como forma de complementar os salários dos professores que estiverem abaixo do piso nacional da classe, definido pela Lei do Piso Nacional. O sindicato também reforçou o pedido do reajuste de 13,01% concedido pelo Ministério da Educação (MEC), pela lei do piso nacional, que não foi atendido.

    Em Juiz de Fora, a prefeitura paga o proporcional a 20 horas semanais, o equivalente a R$ 958. O valor é repassado para professores que se encaixam no nível de carreira Regente A - I. O artigo 9°, segundo o Sinspro-JF, achataria o plano de carreira dos profissionais. Com o reajuste do MEC, as categorias PRA I e PRA-II foram equiparadas, sendo que o piso da educação passou a ser de R$ 1.917, para 40 horas semanais.

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