Matheus Brum Matheus Brum 17/08/2015

O dilema de Cristovão

papoVida de treinador de futebol não é nada fácil. Não adianta querer discordar de tal afirmação porque não tem jeito. A situação fica ainda pior quando seu time joga bem, mas o resultado não aparece. Essa é a atual situação do técnico do Flamengo, Cristovão Borges. Contestado, vaiado, xingado, cornetado, aplaudido, defendido. A vida do treinador tem sido uma montanha-russa desde que desembarcou na Gávea. Cada hora é um problema. Primeiro é a falta de um jogador mais experiente e incisivo para segurar a bola no ataque. Sheik foi contratado. Depois foi a falta de um camisa 9, de referência. Acabou o caô, o Guerrero chegou.

Depois foi o tal pragmatismo dos três volantes. Desde a partida contra o Goiás, no dia 26 de julho, pela décima quinta rodada, Cristovão não usa esse esquema. Depois o problema era que o time não controlava o meio de campo. De uns jogos para cá, controla e joga bem. Agora, o problema da vez se da por conta da zaga, que não acerta uma. Toda vez que tem bola na área "é um Deus nos acuda" e, ultimamente, os zagueiros andam "batendo cabeça" fazendo com que o time acabe perdendo pontos por causa disso.

O Flamengo hoje tem a segunda pior defesa do campeonato, com 28 gols sofridos em 19 jogos, ficando apenas atrás do Vasco, com 31. Nos últimos quatro jogos, o rubro-negro sofreu gol em todas as partidas, nove no total. Desses, cinco foram em jogadas de bola aérea, dois em falhas de marcação, um contra e outro em falha do goleiro (por mais que o Lucas Lima tenha batido bem na bola, era defensável para o Paulo Victor).

Esses números mostram a dificuldade que o time tem de se defender. Nesse período, duas formações de zaga foram testadas: Wallace e César Martins (3 jogos) e Samir e César Martins (1 jogo, contra o Palmeiras). Se a zaga não sofreu alterações nas ultimas pelejas, fica a pergunta: de quem é a culpa?
Não sou um grande defensor do Cristovão, mas nesse caso, não coloco o peso dos resultados nas suas costas. O que está acontecendo com o Flamengo é que os jogadores estão muito desatentos nos jogos, abrindo espaço para falhas que resultam em gols do adversário, e consequentemente, perda de pontos importantes.

Para que entenda o meu ponto de vista, peço que faça um raciocínio rápido, fazendo uma reflexão com o que foi escrito no primeiro parágrafo. Desde que assumiu o "Mais Querido", Cristovão tem tido um problema atrás do outro, e aos poucos, o time vai demonstrando uma melhora. Há tempos o Flamengo não fazia uma série de partidas boas como fez nos últimos jogos. Contra Santos, Ponte Preta, Atlético-PR e Palmeiras, o time carioca jogou bem e dominou grande parte do jogo.

Os problemas defensivos existem desde o início do ano. A diferença era que como o ataque era inefetivo, as falhas dos zagueiros eram empurradas "para debaixo do tapete". Como agora o time está jogando bem e fazendo gols, os erros estão ficando "em xeque".

Só que com as constantes falhas dos "beques", uma velha discussão é desenterrada: Usar ou não usar três volantes? Cristovão foi criticado de todas as formas e maneiras possíveis por causa desse esquema, mas agora, com a zaga mostrando que "bate cabeça", e que vai ser necessário muito treinamento para acertar seu posicionamento, não seria melhor uma tática mais conservadora para proteger o sistema defensivo? Pelo menos contra as equipes mais fortes, jogando fora de casa? Aí entra o grande dilema: se colocar três volantes, vai ser criticado por tirar o ímpeto ofensivo da equipe. Se deixar do jeito que está, vai ser criticado por deixar a defesa exposta, sofrendo muitos gols, impossibilitando uma arrancada do Flamengo para a parte de cima do Campeonato.

Se colocar no lugar do "professor" é difícil, mas nesse caso, fico com a opção de jogar mais aberto, com um meio de campo leve e compacto, com toques rápidos e jogadas pelas pontas, como tem sido feito com Márcio Araújo, Alan Patrick, Everton e Éderson. Como o time do meio para frente tem desempenhado um bom papel, a hora é de fazer vários trabalhos de posicionamento para ajudar a zaga a diminuir o número de falhas, que está crescente e causando preocupação à torcida. A verdade é que qualquer que seja a escolha, Cristovão vai ser criticado.

Mas agora faço a pergunta a você: se fosse treinador, qual decisão iria tomar? Deixa do jeito que está, criando muitas jogadas mas tomando muito gol, ou fecha a casinha e bota três volantes?

Outros destaques

1º - Depois de passar quase três meses sem vencer dentro do Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, o Tupi venceu o Guarani por 1 a 0, gol do atacante Ramon. A última vitória do Galo em casa pela Série C, aconteceu no dia 23 de maio, quando venceu o Guaratinguetá por 3 a 0. Com a vitória sobre o Bugre, o Carijó se mantêm na segunda posição do Grupo B, com 23 pontos, mesmo número que o Brasil de Pelotas. Na próxima partida, o time de Juiz de Fora vai enfrentar o Madureira, na Baixada Fluminense.

2º - A saída de Daniel Morais para no Náutico pode ser muito sentida pelo Tupi. O jogador, que vinha sendo a principal estrela da companhia, além de estar ligado ao início de projeto de marketing do clube, acertou a transferência para o Náutico. A diretoria foi rápida e contratou outro atacante, Geraldo, que estava no Sampaio Corrêa. A questão é saber se o novo jogador vai encaixar bem no esquema tático, e principalmente, cair nas graças da torcida como Danigol. Uma perda muito grande para o Carijó.

3º - Atletas brasileiros fazem história no Canadá e país fica com o primeiro lugar geral de medalhas no Parapan-Americano de Toronto, batendo recorde do Rio de Janeiro, em 2007. Essa marca é importante para a disseminação da cultura do esporte no Brasil, principalmente para as pessoas com deficiência ou necessidades especiais, já que o esporte pode ser uma ótima via para a melhora de diversos problemas. Tomara que com esse recorde sejam mais divulgados os resultados e as conquistas desses nossos atletas, que partem forte para brigarem pelo top 5 no quadro geral de medalhas dos Jogos Paralímpicos.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras", estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor e apresentador do programa Mosaico é nascido e criado em Juiz de Fora.

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Matheus Brum Matheus Brum 17/08/2015

O dilema de Cristovão

papoVida de treinador de futebol não é nada fácil. Não adianta querer discordar de tal afirmação porque não tem jeito. A situação fica ainda pior quando seu time joga bem, mas o resultado não aparece. Essa é a atual situação do técnico do Flamengo, Cristovão Borges. Contestado, vaiado, xingado, cornetado, aplaudido, defendido. A vida do treinador tem sido uma montanha-russa desde que desembarcou na Gávea. Cada hora é um problema. Primeiro é a falta de um jogador mais experiente e incisivo para segurar a bola no ataque. Sheik foi contratado. Depois foi a falta de um camisa 9, de referência. Acabou o caô, o Guerrero chegou.

Depois foi o tal pragmatismo dos três volantes. Desde a partida contra o Goiás, no dia 26 de julho, pela décima quinta rodada, Cristovão não usa esse esquema. Depois o problema era que o time não controlava o meio de campo. De uns jogos para cá, controla e joga bem. Agora, o problema da vez se da por conta da zaga, que não acerta uma. Toda vez que tem bola na área "é um Deus nos acuda" e, ultimamente, os zagueiros andam "batendo cabeça" fazendo com que o time acabe perdendo pontos por causa disso.

O Flamengo hoje tem a segunda pior defesa do campeonato, com 28 gols sofridos em 19 jogos, ficando apenas atrás do Vasco, com 31. Nos últimos quatro jogos, o rubro-negro sofreu gol em todas as partidas, nove no total. Desses, cinco foram em jogadas de bola aérea, dois em falhas de marcação, um contra e outro em falha do goleiro (por mais que o Lucas Lima tenha batido bem na bola, era defensável para o Paulo Victor).

Esses números mostram a dificuldade que o time tem de se defender. Nesse período, duas formações de zaga foram testadas: Wallace e César Martins (3 jogos) e Samir e César Martins (1 jogo, contra o Palmeiras). Se a zaga não sofreu alterações nas ultimas pelejas, fica a pergunta: de quem é a culpa?
Não sou um grande defensor do Cristovão, mas nesse caso, não coloco o peso dos resultados nas suas costas. O que está acontecendo com o Flamengo é que os jogadores estão muito desatentos nos jogos, abrindo espaço para falhas que resultam em gols do adversário, e consequentemente, perda de pontos importantes.

Para que entenda o meu ponto de vista, peço que faça um raciocínio rápido, fazendo uma reflexão com o que foi escrito no primeiro parágrafo. Desde que assumiu o "Mais Querido", Cristovão tem tido um problema atrás do outro, e aos poucos, o time vai demonstrando uma melhora. Há tempos o Flamengo não fazia uma série de partidas boas como fez nos últimos jogos. Contra Santos, Ponte Preta, Atlético-PR e Palmeiras, o time carioca jogou bem e dominou grande parte do jogo.

Os problemas defensivos existem desde o início do ano. A diferença era que como o ataque era inefetivo, as falhas dos zagueiros eram empurradas "para debaixo do tapete". Como agora o time está jogando bem e fazendo gols, os erros estão ficando "em xeque".

Só que com as constantes falhas dos "beques", uma velha discussão é desenterrada: Usar ou não usar três volantes? Cristovão foi criticado de todas as formas e maneiras possíveis por causa desse esquema, mas agora, com a zaga mostrando que "bate cabeça", e que vai ser necessário muito treinamento para acertar seu posicionamento, não seria melhor uma tática mais conservadora para proteger o sistema defensivo? Pelo menos contra as equipes mais fortes, jogando fora de casa? Aí entra o grande dilema: se colocar três volantes, vai ser criticado por tirar o ímpeto ofensivo da equipe. Se deixar do jeito que está, vai ser criticado por deixar a defesa exposta, sofrendo muitos gols, impossibilitando uma arrancada do Flamengo para a parte de cima do Campeonato.

Se colocar no lugar do "professor" é difícil, mas nesse caso, fico com a opção de jogar mais aberto, com um meio de campo leve e compacto, com toques rápidos e jogadas pelas pontas, como tem sido feito com Márcio Araújo, Alan Patrick, Everton e Éderson. Como o time do meio para frente tem desempenhado um bom papel, a hora é de fazer vários trabalhos de posicionamento para ajudar a zaga a diminuir o número de falhas, que está crescente e causando preocupação à torcida. A verdade é que qualquer que seja a escolha, Cristovão vai ser criticado.

Mas agora faço a pergunta a você: se fosse treinador, qual decisão iria tomar? Deixa do jeito que está, criando muitas jogadas mas tomando muito gol, ou fecha a casinha e bota três volantes?

Outros destaques

1º - Depois de passar quase três meses sem vencer dentro do Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, o Tupi venceu o Guarani por 1 a 0, gol do atacante Ramon. A última vitória do Galo em casa pela Série C, aconteceu no dia 23 de maio, quando venceu o Guaratinguetá por 3 a 0. Com a vitória sobre o Bugre, o Carijó se mantêm na segunda posição do Grupo B, com 23 pontos, mesmo número que o Brasil de Pelotas. Na próxima partida, o time de Juiz de Fora vai enfrentar o Madureira, na Baixada Fluminense.

2º - A saída de Daniel Morais para no Náutico pode ser muito sentida pelo Tupi. O jogador, que vinha sendo a principal estrela da companhia, além de estar ligado ao início de projeto de marketing do clube, acertou a transferência para o Náutico. A diretoria foi rápida e contratou outro atacante, Geraldo, que estava no Sampaio Corrêa. A questão é saber se o novo jogador vai encaixar bem no esquema tático, e principalmente, cair nas graças da torcida como Danigol. Uma perda muito grande para o Carijó.

3º - Atletas brasileiros fazem história no Canadá e país fica com o primeiro lugar geral de medalhas no Parapan-Americano de Toronto, batendo recorde do Rio de Janeiro, em 2007. Essa marca é importante para a disseminação da cultura do esporte no Brasil, principalmente para as pessoas com deficiência ou necessidades especiais, já que o esporte pode ser uma ótima via para a melhora de diversos problemas. Tomara que com esse recorde sejam mais divulgados os resultados e as conquistas desses nossos atletas, que partem forte para brigarem pelo top 5 no quadro geral de medalhas dos Jogos Paralímpicos.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras", estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor e apresentador do programa Mosaico é nascido e criado em Juiz de Fora.

Matheus Brum Matheus Brum 17/08/2015

O dilema de Cristovão

papoVida de treinador de futebol não é nada fácil. Não adianta querer discordar de tal afirmação porque não tem jeito. A situação fica ainda pior quando seu time joga bem, mas o resultado não aparece. Essa é a atual situação do técnico do Flamengo, Cristovão Borges. Contestado, vaiado, xingado, cornetado, aplaudido, defendido. A vida do treinador tem sido uma montanha-russa desde que desembarcou na Gávea. Cada hora é um problema. Primeiro é a falta de um jogador mais experiente e incisivo para segurar a bola no ataque. Sheik foi contratado. Depois foi a falta de um camisa 9, de referência. Acabou o caô, o Guerrero chegou.

Depois foi o tal pragmatismo dos três volantes. Desde a partida contra o Goiás, no dia 26 de julho, pela décima quinta rodada, Cristovão não usa esse esquema. Depois o problema era que o time não controlava o meio de campo. De uns jogos para cá, controla e joga bem. Agora, o problema da vez se da por conta da zaga, que não acerta uma. Toda vez que tem bola na área "é um Deus nos acuda" e, ultimamente, os zagueiros andam "batendo cabeça" fazendo com que o time acabe perdendo pontos por causa disso.

O Flamengo hoje tem a segunda pior defesa do campeonato, com 28 gols sofridos em 19 jogos, ficando apenas atrás do Vasco, com 31. Nos últimos quatro jogos, o rubro-negro sofreu gol em todas as partidas, nove no total. Desses, cinco foram em jogadas de bola aérea, dois em falhas de marcação, um contra e outro em falha do goleiro (por mais que o Lucas Lima tenha batido bem na bola, era defensável para o Paulo Victor).

Esses números mostram a dificuldade que o time tem de se defender. Nesse período, duas formações de zaga foram testadas: Wallace e César Martins (3 jogos) e Samir e César Martins (1 jogo, contra o Palmeiras). Se a zaga não sofreu alterações nas ultimas pelejas, fica a pergunta: de quem é a culpa?
Não sou um grande defensor do Cristovão, mas nesse caso, não coloco o peso dos resultados nas suas costas. O que está acontecendo com o Flamengo é que os jogadores estão muito desatentos nos jogos, abrindo espaço para falhas que resultam em gols do adversário, e consequentemente, perda de pontos importantes.

Para que entenda o meu ponto de vista, peço que faça um raciocínio rápido, fazendo uma reflexão com o que foi escrito no primeiro parágrafo. Desde que assumiu o "Mais Querido", Cristovão tem tido um problema atrás do outro, e aos poucos, o time vai demonstrando uma melhora. Há tempos o Flamengo não fazia uma série de partidas boas como fez nos últimos jogos. Contra Santos, Ponte Preta, Atlético-PR e Palmeiras, o time carioca jogou bem e dominou grande parte do jogo.

Os problemas defensivos existem desde o início do ano. A diferença era que como o ataque era inefetivo, as falhas dos zagueiros eram empurradas "para debaixo do tapete". Como agora o time está jogando bem e fazendo gols, os erros estão ficando "em xeque".

Só que com as constantes falhas dos "beques", uma velha discussão é desenterrada: Usar ou não usar três volantes? Cristovão foi criticado de todas as formas e maneiras possíveis por causa desse esquema, mas agora, com a zaga mostrando que "bate cabeça", e que vai ser necessário muito treinamento para acertar seu posicionamento, não seria melhor uma tática mais conservadora para proteger o sistema defensivo? Pelo menos contra as equipes mais fortes, jogando fora de casa? Aí entra o grande dilema: se colocar três volantes, vai ser criticado por tirar o ímpeto ofensivo da equipe. Se deixar do jeito que está, vai ser criticado por deixar a defesa exposta, sofrendo muitos gols, impossibilitando uma arrancada do Flamengo para a parte de cima do Campeonato.

Se colocar no lugar do "professor" é difícil, mas nesse caso, fico com a opção de jogar mais aberto, com um meio de campo leve e compacto, com toques rápidos e jogadas pelas pontas, como tem sido feito com Márcio Araújo, Alan Patrick, Everton e Éderson. Como o time do meio para frente tem desempenhado um bom papel, a hora é de fazer vários trabalhos de posicionamento para ajudar a zaga a diminuir o número de falhas, que está crescente e causando preocupação à torcida. A verdade é que qualquer que seja a escolha, Cristovão vai ser criticado.

Mas agora faço a pergunta a você: se fosse treinador, qual decisão iria tomar? Deixa do jeito que está, criando muitas jogadas mas tomando muito gol, ou fecha a casinha e bota três volantes?

Outros destaques

1º - Depois de passar quase três meses sem vencer dentro do Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, o Tupi venceu o Guarani por 1 a 0, gol do atacante Ramon. A última vitória do Galo em casa pela Série C, aconteceu no dia 23 de maio, quando venceu o Guaratinguetá por 3 a 0. Com a vitória sobre o Bugre, o Carijó se mantêm na segunda posição do Grupo B, com 23 pontos, mesmo número que o Brasil de Pelotas. Na próxima partida, o time de Juiz de Fora vai enfrentar o Madureira, na Baixada Fluminense.

2º - A saída de Daniel Morais para no Náutico pode ser muito sentida pelo Tupi. O jogador, que vinha sendo a principal estrela da companhia, além de estar ligado ao início de projeto de marketing do clube, acertou a transferência para o Náutico. A diretoria foi rápida e contratou outro atacante, Geraldo, que estava no Sampaio Corrêa. A questão é saber se o novo jogador vai encaixar bem no esquema tático, e principalmente, cair nas graças da torcida como Danigol. Uma perda muito grande para o Carijó.

3º - Atletas brasileiros fazem história no Canadá e país fica com o primeiro lugar geral de medalhas no Parapan-Americano de Toronto, batendo recorde do Rio de Janeiro, em 2007. Essa marca é importante para a disseminação da cultura do esporte no Brasil, principalmente para as pessoas com deficiência ou necessidades especiais, já que o esporte pode ser uma ótima via para a melhora de diversos problemas. Tomara que com esse recorde sejam mais divulgados os resultados e as conquistas desses nossos atletas, que partem forte para brigarem pelo top 5 no quadro geral de medalhas dos Jogos Paralímpicos.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras", estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor e apresentador do programa Mosaico é nascido e criado em Juiz de Fora.