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  • Campeonato Mineiro

    Ressurreição carijó No dia da páscoa, novamente o talismã, Leandro Guerreiro, decide para o Tupi

    Guilherme Oliveira
    Colaboração
    09/04/2006

    Um dia de páscoa mais que especial para o torcedor carijó. A vitória por 1 a 0 contra o Rio Branco, gol de Leandro Guerreiro, não foi um chocolate, mas teve um sabor muito especial. Sabor de estar entre os melhores de Minas Gerais, sabor de garantir a vaga para a série C e disputar contra o Cruzeiro uma vaga na final do Campeonato Mineiro.

    A torcida sofreu até o final. As vitórias de Democrata e Villa Nova e o empate carijó até os 32 minutos do 2º tempo eliminavam o Tupi. Mas debaixo da fina chuva, o torcedor incentivou, até que o gol saísse e não se decepcionou.

    A outra semifinal será entre Atlético e Democrata. Os times de Belo Horizonte jogam por dois resultados iguais, nos jogos de ida e volta, por terem feito melhor campanha que seus adversários.

    O jogo

    Até os 20 minutos, o Tupi já havia chegado com perigo por cinco vezes ao gol do Rio Branco. A equipe de Andradas sentiu a pressão inicial da marcação dos jogadores e da torcida que vaiava a equipe a cada toque de bola.

    Entre as chances do carijó, a melhor oportunidade surgiu com Jean. Aos 11 minutos ele arriscou de fora da área e, no susto, Neneca colocou a mão na bola, que por pouco não entrou.

    A primeira investida do Rio Branco surgiu aos 20 minutos em cobrança de falta de Renatinho, que passou rente a trave esquerda do goleiro Marcelo. Daí para frente a partida ficou equilibrada e as duas equipes perderam grandes oportunidades.

    O Tupi pecava na ligação meio campo - ataque, e não tinha tanto a força ofensiva dos minutos iniciais e o primeiro tempo ficou mesmo no 0 a 0.

    2º tempo

    A etapa final começou com a primeira boa participação do atacante Felipe no jogo. Após cruzamento de Sidnei, ele quase marca de cabeça o primeiro gol do Tupi. Foi a vez de Leandro Guerreiro, o talismã carijó, se aquecer e levantar a torcida. Como sempre, a carta na manga do treinador Zé Luis entrou aos 15 minutos.

    O tempo passava e o Tupi pressionava. Os constantes cruzamentos na área paravam todos na mão do goleiro menos vazado da competição.

    Juiz sai de campo Se pelo alto não dava, o jeito era arriscar de longe. Foi assim com Sidnei e Allan. O sistema de som do estádio anunciava as vitórias de Democrata e Villa Nova e o jogo começava a ficar cada vez mais tenso, como um filme que o torcedor carijó não gostaria de ver novamente quando a equipe perdeu classificações dentro de casa.

    Para alegria da torcida, o roteiro foi mudado aos 33 minutos. Em chute forte de Sidnei, Neneca deu rebote e Leandro Guerreiro completou para o gol garantindo a vitória carijó.

    Depois foi só tocar a bola e conter o ímpeto da equipe de Andradas que esboçou reação, mas era dia do alvinegro, que está entre os quatro melhores de Minas Gerais.

    Ficha técnica

    Data: 08 de abril 2007

    Local: Estádio Radialista Mário Helênio, Juiz de Fora - MG

    Renda e público: R$ 70.775 e 13.605 pagantes

    Juiz: Juliano Lopes Lobato

    Cartões:

    • Amarelos: Jean e Leandro Guerreiro (Tupi) e Pepe, Pachola, Maranhão, Renatinho Carioca, Régis Pitbull e Chico Marcelo (Rio Branco)

    Gols:

    • Leandro Guerreiro (1-0), aos 33 / 2º tempo

    Tupi: Marcelo Cruz, Santos, César, Domingos e Jean (Jonhhy), Gilson (Guerreiro), Júnior Negão, Chicão e Sidnei; Felipe e Allan (Samuel). Técnico José Luiz

    Rio Branco: Neneca, Pepe (Diego), Geovani, Tárcio e Renatinho Carioca (Paulo Éder), Éber, Xandinho, Pachola e Wendel, Maranhão e Régis Pitbull (Chico Marcelo) Técnico: Alemão

    *Guilherme Oliveira é estudante de Comunicação Social da Universidade Federal de Juiz de Fora

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