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    Listas de promessas para o ano novo podem ser aliadas na conquista de ideaisO planejamento não deve ser guardado em uma gaveta. Até mesmo o fato de marcar como "ok" uma conquista alcançada é uma forma de autoincentivo

    Aline Furtado
    Repórter
    26/12/2011
    Lista

    A cada final de ano, os hábitos repetem-se. Para muitos, a chegada do ano novo é sinal de promessas de ações que deverão ser concretizadas ao longo dos doze meses que estão por vir. Matricular-se na academia, parar de fumar, ler mais, viajar, emagrecer... E por aí vai. Mas como fazer para que o planejamento não fique apenas no papel?

    "A lista de promessas deve ser como um guia, ou seja, não se deve apenas fazer as anotações e esquecer-se de agir para que, assim, possamos colocá-las em prática", destaca a psicóloga Ana Paula Gomes Fernandes.

    Segundo ela, o hábito de traçar metas por meio de planejamento é positivo. "Mas isso não precisa estar, necessariamente, ligado ao ano novo. Não é preciso aguardar que o calendário vire para dar início às mudanças. É possível começar a lutar já, afinal, se os desejos tomaram forma de lista é porque não são inerentes ao dia a dia, requerendo algum tipo de esforço, seja financeiro ou de dedicação apenas."

    Ana Paula explica, ainda, que o fato de a realização exigir empenho acaba fazendo com que as pessoas aguardem uma virada, como o Réveillon. "É como se fosse necessário um momento especial, como ocorre na passagem do ano, que, muitas vezes, já é marcado pelo misticismo." Com isso, a profissional reforça que a lista não deve ser esquecida ou adiada, como se o responsável por ela estivesse esperando uma ocasião favorável para começar a agir.

    A instrutora de pilates Wilma Montes é adepta às listas. "São metas possíveis de serem alcançadas. Traço aquilo que pretendo fazer, principalmente no âmbito profissional, e anoto tudo em um caderno." Para a psicóloga, a atitude de Wilma está correta. "O planejamento deve considerar o que é possível para aquele momento. Caso contrário, corre o risco de não conseguir ser cumprido, podendo, inclusive, acarretar frustração."

    Wilma reforça que fazer listas é uma forma de acompanhar e valorizar as conquistas. "Assim, não corro o risco de esquecer-me de agradecer a Deus por elas." Para ela, a experiência de planejar tem sido positiva. "Não me senti frustrada com algo traçado que não consegui alcançar. Creio que vale, sim, a pena, porque nos permite não perdermos o foco em meio a tanta correria."

    Quem também tem o costume de traçar metas para o ano novo é a enfermeira Júlia Alvim. "Sempre tive o costume de planejar. Faço minhas anotações mensais e acabo traçando planos para o ano novo também. É uma forma de buscar o que quero, organizar custos e compromissos." Com relação a uma possível frustração que pode surgir caso a meta não seja alcançada, Júlia afirma que nunca sentiu. "Encaro as listas como uma forma de segurança, já que me permitem saber como agir para conquistar o que pretendo e auxiliam na precaução no caso de algum imprevisto." 

    Lista sempre por perto

    Seja uma lista de sonhos materiais ou não, que podem envolver mudanças de comportamento, Ana Paula destaca que o planejamento não deve ser guardado em uma gaveta. "A lista deve estar sempre próxima. Se não for assim, não faz sentido. Até mesmo o fato de marcar como 'ok' uma conquista alcançada é uma forma de autoincentivo."

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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