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    Juiz de Fora terá TV Digital em 2008 Ministro das Comunicações, Hélio Costa, anuncia rádio e TV educativas e TV Digital em Juiz de Fora, a partir de julho de 2008

    Ludmila Gusman
    Editora Geral
    17/05/2007

    Em visita à Juiz de Fora, na última quarta-feira, dia 16 de maio, o ministro das Comunicações, Hélio Costa (vídeo ao lado), anunciou a concessão de um canal de TV e rádio com programações educativas à Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

    As cópias dos protocolos dos pedidos de concessão das futuras emissoras foram entregues em mãos, pelo reitor da UFJF, Henrique Duque e confirmados durante a saudação do ministro na abertura do Intercom Sudeste - evento que reúne professores, estudantes e profissionais de comunicação de toda a região para debater e discutir temas da comunicação e atualidade.

    "Muitos pediram, todos tiveram as suas razões, mas na verdade quem tinha a maior razão era a Universidade Federal. E é ela quem vai ter os canais educativos de Juiz de Fora", disse o ministro.

    Sobre a TV digital, Hélio Costa garantiu que, a partir do dia 02 de dezembro de 2007, as transmissões começam pela região metropolitana de São Paulo. Em Juiz de Fora, ele citou, durante seu discurso, que "em julho de 2008 a nova tecnologia já estará disponível".

    O grande esforço do governo federal, segundo o ministro, é garantir a democratização do sistema de TV Digital a todos os brasileiros. Para isso, foi necessário investir R$ 60 milhões e mobilizar 1.200 cientistas, engenheiros, professores, técnicos da comunicação, de 92 instituições brasileiras públicas e privadas para estudar a melhor implantação da tecnologia no país.

    "Tudo com ferramentas brasileiras. Para ter acesso à TV digital na sua casa você terá que adquirir um caixinha (conversor) que custará R$ 100. Um ano depois de implementado ela será financiada em linhas de crédito com o Banco Popular, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil por parcelas de R$ 7 mensais. Quem não puder pagar e provar nós vamos subvencionar, mas todos terão acesso à TV digital", afirma o ministro.

    100% brasileira e com ajuda japonesa
    O ministro criticou a forma como as empresas de telefone transformaram, por exemplo, o sistema de telefonia celular analógica para o digital, ressaltando a falta de um debate específico para a exploração deste direito pelas empresas e garantiu que com a TV digital no Brasil será diferente. "À medida que se propôs discutir a digitalização da TV começa-se um amplo debate sobre o tema. A TV é o mais amplo sistema de comunicação terrestre, cobre todos os locais do país. É importante a possibilidade a democratização do sistema", enfatiza.

    Para se chegar a escolha de um padrão ideal e que fosse produzido no Brasil, o ministro explicou que após diversas pesquisas a escolha do padrão japonês (ISDB-T, Transmissão Digital de Serviços Integrados Terrestres) para as transmissões de TV digital foi a mais viável. "Só os japoneses concordaram em passar a tecnologia para fazer a TV digital no Brasil. Eu estive no Japão e assinei um acordo de cooperação técnica com o Japão e o ministro de lá assinou com a gente e hoje estamos recebendo os técnicos japoneses para a troca de informações na era digital", disse. O padrão japonês, segundo o ministro, disputou com os europeu (DVB) e americano (ATSC).

    Principais diferenças e mudanças
    A principal diferença entre a TV digital e a analógica é a capacidade de interação com o telespectador. Será possível usar o controle remoto para participar de enquetes e votações, por exemplo. O telespectador poderá até ajudar a escolher o destino do personagem na novela.

    Além disso, as emissoras poderão exibir várias atrações no mesmo horário. As imagens terão alta definição e formato widescreen, similar ao das telas de cinema. O som também terá mais qualidade, em cinco canais, sem chiados.

    Para ter acesso às transmissões digitais, o telespectador terá duas opções: comprar uma TV nova, que já receba o sinal digital, ou comprar um conversor, que o governo estima que custará aproximadamente R$ 100.

    Na visita à Juiz de Fora, o ministro Hélio Costa também participou da inauguração do Espaço Cultural dos Correios e do Escritório de Negócios Internacionais em Juiz de Fora.

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