Comida japonesa é negócio lucrativo Empresários investem no ramo e garantem que o paladar agrada os juizforanos


Daniele Gruppi
Repórter
23/06/2008

Nos últimos anos, pode se observar uma explosão de restaurantes de comida japonesa em Juiz de Fora. O empresário Tiago Zambiasi há quatro anos investiu no segmento como um diferencial para seu restaurante.

A possibilidade de aumentar a rentabilidade e também de atrair novos clientes diversificando o serviço oferecido fez com que Zambiasi aliasse o rodízio de carne, especialidade da casa, à comida japonesa.

"As pessoas não estavam acostumadas com o paladar, que é diferente. Para que não fosse preciso fazer um pedido só da iguaria para experimentar, adicionamos ao rodízio que já oferecíamos porque elas iam experimentando uma peça ou outra".

Ele conta que no início só 10% dos clientes experimentavam e, atualmente, 90% procuram pela comida japonesa. Ele garante que a iguaria oriental combina com carne. "Os clientes pedem japonês como prato de entrada e depois encaram a carne".

A base da comida japonesa é de alimentos naturais, como peixes, legumes, frutas e algas marinhas e, por isso, é considerada uma culinária equilibrada e saudável. "O alimento é fresco. Adquirimos até uma máquina para fazer gelo só para armazenar o peixe. Exige também carinho para ser preparada. Não pode perder a essência artesanal".

No restaurante, ele conta com quatro sushimen. No cardápio oferece 13 opções de maquimonos, duas de sashimi e três de sushi e o hot filadelfia.

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O administrador Wilmar Lorini afirma que há dois anos foi introduzido na churrascaria em que trabalha a comida japonesa. "Nossa especialidade é a carne, mas estamos trabalhando com a iguaria também para atender aos clientes que já pediam para oferecermos a comida".

Para ele, as churrascarias e os self-services contribuíram para a divulgação da culinária japonesa. "Ela chega para o consumidor sem agregação de valor". O sushiman Marcelo Pereira também resolveu apostar no mercado de comida japonesa.

Há onze anos, ele veio do Rio de Janeiro para trabalhar no restaurante especializado e há quatro montou o próprio negócio. "Tenho 23 anos de experiência e quando cheguei na cidade as pessoas não comiam sushi. Atualmente, a aceitação é muito boa. Dá fila no restaurante. Atendemos uma média de 70 pessoas por noite".

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O carro chefe do estabelecimento de Pereira é o rodízio. "Os clientes podem escolher à vontade o que querem degustar. Oferecemos 46 itens. Há opção à la carte também". O sushiman afirma que quando abriu o restaurante trabalhava com seis funcionários, hoje teve que dobrar para atender a demanda.

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