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    Strike Banda juizforana lança seu segundo vídeo clip
    e espera se consolidar no cenário da música nacional

    Thiago Werneck
    Repórter
    24/10/2007

    Acreditando no sucesso da carreira desde cedo, os juizforanos da Banda Strike já são destaque no cenário musical brasileiro. Vencedores do prêmio Aposta do Ano, em premiação da MTV, pelo Vídeo Music Brasil (VMB) 2007, eles são a terceira banda a emplacar uma música na abertura da série de TV "Malhação" e lançam nessa semana seu segundo vídeo clip, agora, da música "Aquela História".

    O quinteto de Juiz de Fora já acumula shows por todo país e participa esse ano dos maiores festivais de música do Brasil, se apresentando no mesmo palco de bandas como Charlie Brown Júnior, CPM 22 e Capital Inicial. Em abril de 2007, foi lançado o primeiro CD da banda, "Desvio de Conduta", com 11 músicas autorais.

    Marcelo (vocal), Fábio (baixo), Rodrigo (guitarra), André (guitarra) e Cadu (bateria) estão juntos desde a primeira formação da banda, em 2003. O marco na carreira fica por conta da prêmio recebido da MTV. "Já estávamos muito contentes pela indicação para o VMB, mas ganhar o prêmio foi melhor ainda e ficamos felizes demais. É uma aposta da MTV de que somos um grupo que vai estourar e isso abre muitas portas", destaca Rodrigo.

    Foto da banda Strike O guitarrista destaca que o convite para fazer parte da trilha sonora de "Malhação" foi mais uma conquista do grupo. "Isso vai abrir nossas portas no maior canal de TV do país, já temos participação agendada para o Caldeirão do Huck, e esse é mais um meio de consolidar nosso nome e divulgar nosso trabalho para todo o país", destaca Rodrigo.

    Para ele, o objetivo da banda é atingir o mesmo reconhecimento de grupos como Skank e Jota Quest. "São bandas que já ganharam vários prêmios, tem vários CD's lançados e com a mesma formação. Queremos fazer um carreira de sucesso e que dure pelo menos uns dez anos", explica.

    Tanto reconhecimento, se deu graças a ousadia do grupo. Com convites para fazer shows no Rio de Janeiro, eles deixaram para trás emprego, estudos e família para morarem juntos em território carioca. "Nos profissionalizarmos sem ter fechado com nenhuma gravadora, mas depois do nosso terceiro show, fomos procurados pela empresa que acreditávamos ser a melhor", recorda Rodrigo.

    A transformação aconteceu na metade de 2006. O vocalista, Marcelo Mancini conta que a mudança foi completa. "Nossa banda amadureceu e por morarmos juntos no Rio, descobrimos musicalmente uns aos outros e acompanhamos a evolução de cada um. Essa relação entre todos é fundamental", ressalta.

    O começo da mudança

    Fazendo sucesso em Juiz de Fora, em 2004, o Strike começou a mudar seu futuro quando gravou quatro de suas seis músicas em um CD demo. "Nosso 'paizão', o músico Marlus Vinícius, gostou do nosso trabalho e nos ajudou a gravar nossa primeira música. Ela começou a tocar em uma rádio local e fez sucesso, então decidimos nos dedicar a músicas autorais", destaca Marcelo.

    Foto da banda Strike Com a ajuda do amigo, os garotos conseguiram produtores para gravar o demo em Volta Redonda-RJ. Com as músicas em mãos, eles disponibilizaram o conteúdo na internet. "Nosso flog foi muito visitado e nosso trabalho começou a repercutir bem no meio. Com muita gente acessando e gostando, recebemos o convite de ir fazer shows no Rio de Janeiro", conta Rodrigo.

    Já na capital fluminense, a boa repercussão dos shows fez que a gravadora com a qual eles queriam gravar, fizesse o convite. Com a proposta aceita, o primeiro CD começou a ser gravado. "Conseguimos alavancar nossa carreira e tivemos reconhecimento também da nossa família em Juiz de Fora. Antes o pessoal ficava preocupado, mas agora estão felizes e orgulhosos com nosso resultado", diz Marcelo.

    Para o vocalista do Strike, a banda já tem um bom material para começar o a planejamento do segundo CD. "Esse primeiro álbum vai durar um bom tempo, mas um novo trabalho já está em nossa mente", revela. Sobre o estilo da banda Marcelo resume o estilo das músicas. "Temos o peso do punk, a melodia do pop, os scratches do rap e as batidas eletrônicas. Às vezes tudo em uma música só. O disco todo não tem a mesma sonoridade, mas a mesma atmosfera", completa.

    Sucesso e a relação com Juiz de Fora

    O sucesso foi meteórico na carreira do Strike. A velocidade do sucesso transformou em correria a rotina de vida dos integrantes da banda. Rodrigo conta que o primeiro clip gravado, "Paraíso Proibido", não retrata o pensamento do grupo. "Estávamos fazendo muitos shows, ao mesmo tempo preparando a gravação do CD e para esse vídeo clip, só demos uma olhada no roteiro e fomos gravar".

    Logo da banda Strike Já para o próximo trabalho em vídeo, a expectativa é de traduzir o pensamento do Strike no clip. "Dessa vez participamos de todo processo de criação e e conseguimos colocar nossa cara no trabalho final. Essa é nossa segunda música de trabalho", afirma Rodrigo.

    Mesmo com todo o tempo ocupado, o grupo não esqueceu de suas raízes. Marcelo garante que mesmo perdendo os laços com a cidade, a banda tem gratidão pelo público de Juiz de Fora. "Sempre fomos valorizados aí (JF) e é a maior honra viver o momento de nos apresentarmos mais uma vez na cidade. É difícil uma banda do interior conseguir apoio de uma gravadora forte e reconhecemos a importância do nosso público em Juiz de Fora".

    Segundo Rodrigo, sempre que sobra um tempo os cinco visitam Juiz de Fora. "Temos família, amigos e namorada na cidade por isso aproveitamos as horas vagas para dar um pulo na cidade. Isso sempre acontece de segunda a quinta", conta. A banda Strike tem feito em média dois shows por final de semana em todos os cantos do Brasil. Nesse domingo, dia 28 de outubro a banda faz show em uma casa noturna na cidade.

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