A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realiza nesta quarta-feira (1º), às 16h, uma audiência pública para discutir os impactos da implantação da Central de Regulação de Ofertas de Cuidados à Saúde (Core-MG), que substitui o sistema SUSFácil na regulação de vagas e atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A reunião foi solicitada pela Comissão de Direitos Humanos e deve reunir representantes de entidades da saúde, gestores públicos, conselhos profissionais e sindicatos para debater possíveis problemas registrados desde o início da implantação do novo sistema.
Entre as principais preocupações estão dificuldades para acesso a internações hospitalares, leitos especializados, transferências de pacientes e tratamentos de média e alta complexidade. Também são apontados relatos de falhas na integração do sistema, desaparecimento de vagas, encaminhamento de pacientes para municípios distantes e dificuldades operacionais.
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Segundo informações apresentadas no requerimento da audiência, a implantação do software utilizado pela Core-MG custou cerca de R$23 milhões.
O debate também deve abordar os impactos da mudança para usuários do SUS e profissionais da saúde, além de discutir possíveis medidas para aperfeiçoar o funcionamento do novo sistema de regulação em Minas Gerais.
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