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    Segunda-feira, 19 de janeiro de 2009, atualizada às 15h12

    Confirmado mais um caso de leishmaniose visceral em cão


    Daniele Gruppi
    Repórter
    Madalena Fernandes
    Revisão

    Juiz de Fora confirmou o segundo caso de leishmaniose visceral autóctone em um cão do bairro Tiguera, zona leste. Desde a comprovação do primeiro caso no dia 5 de janeiro, o animal era investigado pelo setor de Zoonoses da Secretaria de Saúde.

    Segundo o chefe do departamento, José Geraldo de Castro Júnior, os dois cachorros portadores da doença foram sacrificados. Amostras de sangue de outros animais que habitam a região foram recolhidas para análise. Conforme a Secretaria de Saúde, o cão é o principal reservatório da leishmaniose visceral na área urbana.

    Para saber se a doença está circulando na cidade, foram instaladas armadilhas para tentar capturar o mosquito transmissor da doença, o Lutzomyia longipalpis, na área em que os animais viviam.

    José Geraldo orienta a população a atuar na prevenção. Ele cita como uma das medidas a destinação correta do lixo. "Locais sombreados, úmidos e com matéria orgânica podem ser ambientes de risco, assim como lugares com água parada são perigosos para a proliferação do mosquito da dengue." Veja outras formas de prevenção.

    Prevenção

    • Evitar construir casas e acampamentos em áreas muito próximas à mata;
    • Fazer dedetização, quando indicada pelas autoridades de saúde;
    • Evitar banhos de rio ou de igarapé, localizado perto da mata;
    • Utilizar repelentes na pele, quando estiver em matas de áreas onde há a doença;
    • Usar mosquiteiros para dormir;
    • Usar telas protetoras em janelas e portas;
    • Eliminar cães com diagnóstico positivo para leishmaniose visceral, para evitar o aparecimento de casos humanos.
    • Fonte: Ministério da Saúde

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