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  • Segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009, atualizada às 17h

    Confirmado quarto caso de dengue em Juiz de Fora este ano


    Guilherme Arêas
    Repórter

    Mais dois casos de dengue foram confirmados pela Secretaria de Saúde de Juiz de Fora nesta segunda-feira, 16 de fevereiro. Desta vez, os bairros atingidos foram Monte Castelo e Bairu. Com isso, o número de casos confirmados em 2009 sobe para quatro, já que na semana passada foram verificados um caso autóctone no bairro Santa Terezinha e outro importado, ocorrido no Granbery.

    De acordo com o levantamento do Departamento de Vigilância Epidemiológica, foram registradas 51 notificações da doença, com 24 suspeitas descartadas. Outras 23 pessoas ainda aguardam resultado.

    Ainda segundo o órgão, somente no ano de 2008 foram confirmados 487 casos da doença na cidade, contra menos de quarenta no ano de 2006. Até 2005, Juiz de Fora não apresentava casos autóctones de dengue.

    A enfermeira do Departamento de Vigilância Epidemiológica, Maria Hélida Pires de Almeida, informou que os exames de confirmação da dengue são feitos em laboratório do governo estadual, em Juiz de Fora. O resultado fica pronto em cerca de uma semana, mas antes mesmo da confirmação da doença, uma série de medidas são tomadas para evitar a propagação do mosquito.

    "Em todo caso registrado é feita uma vistoria ambiental nos locais onde ocorreu o fato. A secretaria vê se realmente há o foco e eles são tratados, mesmo nos casos em que a dengue não é confirmada. Nos casos confirmados, nós investimos na educação e são feitas ações mais intensas no local", explica.

    A partir da primeira semana de março, a Prefeitura vai instalar cerca de 1.320 armadilhas para capturar fêmeas grávidas do mosquito Aedes aegypti, principais responsáveis pela proliferação do vírus. A tecnologia é desenvolvida pelo projeto Monitoramento Inteligente da Dengue (MI-Dengue), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

    A armadilha, uma espécie de vaso preto com água no fundo, imita o ambiente de reprodução do mosquito. Atraído por um componente orgânico, o inseto ficará preso em um cartão adesivo colocado na parede do recipiente e, depois de uma semana, será feita a contagem dos mosquitos que caíram na armadilha.

    Apesar de todos os artifícios utilizados para combater a dengue, a enfermeira do Departamento de Vigilância Epidemiológica reforça que a prevenção individual é a mais eficaz. "Se cada um se preocupar com o seu espaço e tomar medidas individuais, nós poderemos ter um melhor controle da doença", conclui.

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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