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    Quarta-feira, 30 de setembro de 2015, atualizada às 18h

    Micro Hair 3D promete tratar calvície de homens e mulheres

    Jorge Júnior
    Editor
    alcione

    Muitas pessoas perdem a autoestima quando ficam carecas. Pensando nisso, a esteticista Alcione Marocolo, que já atua na área de micropigmentação em Juiz de Fora, desenvolveu a técnica da Micro Hair 3D, que chega ao mercado como mais uma possibilidade de tratamento contra a calvície.

    Segundo Alcione, qualquer pessoa pode fazer. “Tanto pessoas com problemas de calvície em andamento quanto pessoas que já estão em um grau mais avançado. O público maior são os homens, que são mais vulneráveis à calvície por conta da composição hormonal. O objetivo desse tratamento é restaurar aquilo que se perdeu”, explica a especialista.

    E engana-se quem pensa que o procedimento é só para homens. “Atualmente, apesar de não ter o gene da calvície e devido ao alto nível de estresse que as mulheres são expostas, elas também estão ficando carecas. Além disso, qualquer perda significativa para a mulher, gera um grande transtorno, por isso, elas também podem fazer o procedimento, a fim de evitar constrangimentos.”

    A Micro Hair 3D é um procedimento que exige uma renovação anual e uma revitalização constante, para que fique com uma boa aparência. A técnica também é indicada para pessoas com cicatrizes e falhas no couro cabeludo.

    A esteticista relata que a micropigmentação disfarça e camufla a calvície, escurecendo o couro cabeludo através do implante de pigmentos que artisticamente produzem a ilusão de cabelos, alcançando um resultado final com aspecto muito natural. “A micropigmentação cria a ilusão de ótica de volume e cor. A técnica tem efeito cumulativo, não quero que o paciente saia, na primeira sessão, com a cabeça cheia de fios. Acredito que a aplicação tem que ser gradual, para que haja uma adaptação do paciente, até mesmo no ciclo social dele”, diz.


    alcione alcione

    Outro fator que também influencia a aplicação gradual é o público-alvo do tratamento. “Os homens, geralmente, não gostam de expôr que estão fazendo tratamento estético. É importante destacar que depois que o pigmento entra na pele ele vai sofrer mutação, ou seja, vai se expandir. Por exemplo, se o microponto tinha 5mm, depois de cicatrizado ele terá quase 10 mm, por isso é preciso esperar esse processo acontecer, para quando eu inserir novos fios, não vire uma placa, já que o foco é causar dois efeitos: o de cabeça raspada ou o de fios finíssimos. Com isso, em média, faço de 4 a 6 sessões dependendo do  nível da calvície do cliente”, conta.

    Durante as aplicações, o efeito das agulhas no tecido gera uma reorganização tecidual, o que pode gerar novos fios ao coro cabeludo. “Ocorre essa intercorrência em cerca de 30% dos pacientes.”

    Alcione afirma que para o processo ser indolor é preciso ter recursos específicos, para o incômodo ser tolerável. “Utilizo anestésicos tópicos (colocado na pele como uma pomada e fixa no tecido por um período ideal para começar o trabalho). A contraindicação é que todo tratamento tem. A área não pode ter lesões, não pode estar inflamada e machucada.”

     

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