Terça-feira, 10 de abril de 2008 atualizada às 17h41

Bilhetagem eletrônica, em teste desde março, ainda não está funcionando plenamente. Nem há previsão para venda de cartão



Daniele Gruppi
Repórter

A bilhetagem eletrônica não funciona plenamente ainda. A previsão era de que em maio o sistema, que teve sua fase de teste iniciada em março, fosse começar a atender a todos que possuem gratuidade. Segundo um trocador, que não quis se identificar, ainda não terminaram os cadastros de policiais militares.

Entretanto, apenas funcionários de empresas de ônibus, carteiros e outros profissionais, que têm isenção no pagamento da passagem, passam o cartão no aparelho.

Em conversa com alguns trocadores da cidade, algumas vantagens e desvantagens foram relatadas. Eles optaram por não se identificar. Um colaborador afirmou que a bilhetagem eletrônica dificulta que passageiros deixem de pagar a passagem.

"Tem horário que o ônibus está cheio e a pessoa com sacolas ou com criança passa e não volta para efetuar o pagamento. É um processo que vai ajudar a educar a população", argumenta.

Outro trocador disse que vai facilitar no processo do troco. "Às vezes, um passageiro apresenta uma nota de R$ 50, não tenho troco. A bilhetagem eletrônica evita estas situações". A desvantagem apontada é a lentidão com que o sistema eletrônica está funcionando.

As catracas vão funcionar com o cartão e com o dinheiro, mas não existe previsão ainda para o início das vendas do cartão. Um profissional declarou que ainda faltam cadastros para serem feitos de pessoas que têm gratuidade na passagem.

A assessoria de comunicação da Astransp informou à ACESSA.com que não possui novidades sobre a bilhetagem eletrônica.

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