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    Quarta-feira, 28 de abril de 2010, atualizada às 15h

    Apresentação de Tribal Fusion chama atenção no Festival de Dança 

    Aline Furtado
    Repórter
    23/4/2010

    Os juizforanos tiveram oportunidade de assistir, nesta quarta-feira, 28 de abril, à apresentação de Tribal Fusion, um estilo de dança que funde ritmos diversos, como o flamenco, além de outros mais modernos, como o break, por exemplo.

    Segundo a dançarina Thatiana Lima, que pratica a dança há 15 anos, a modalidade, geralmente confundida com a dança do ventre, surgiu nos Estados Unidos na década de 70 e hoje vem sendo difundida em todo o Brasil. "Para Juiz de Fora, o Tribal Fusion ainda é novidade."

    O estilo traz elementos, tais como gestos mais lentos, que a diferenciam da conhecida dança do ventre. "Alguns passos, inclusive, lembram movimentos de animais, como a cobra por exemplo." Além disso, as roupas usadas pelas bailarinas que praticam o Tribal Fusion são diferenciadas. "Na dança do ventre, as vestimentas revelam mais o corpo da dançarina. Neste caso, as roupas são mais fechadas, escondendo mais."

    Tathiana destaca os benefícios trazidos a quem pratica a modalidade, como a perda de peso, além do aumento do controle psicomotor. "Percebemos uma melhoria grande com relação à coordenação." Segundo a dançarina, a procura pela dança do ventre e pelo Tribal Fusion ainda é pequena na cidade.

    Apresentação Apresentação

    A apresentação integrou o 2º Festival Nacional de Dança, realizado em Juiz de Fora até o dia 1º de maio. Para a próxima quinta-feira, dia 29, estão programadas duas apresentações gratuitas em frente ao Cine Theatro Central. A partir das 12h, alunas do Despertar Studio de Dança Vivian Mockdece apresentam Flash Dance e Chica Chica Bum. Às 20h, no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM), o público vai assistir à apresentação 2 em 1 - Solos da Intime, da Intime Cia. do Rio de Janeiro.

    Os interessados no espetáculo da noite devem efetuar a troca de um livro em bom estado de conservação ou um quilo de alimento não perecível, exceto sal e fubá, por um ingresso. A troca pode ser feita na sede da Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), na avenida Rio Branco, 2.234.

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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