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    Quinta-feira, 8 de outubro de 2009, atualizada às 19h

    Dia das Crianças é festejado no HU

    Daniele Gruppi
    Subeditora
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    O Dia das Crianças foi comemorado nesta quinta-feira, dia 8 de outubro no Hospital Universitário (HU), com a presença dos Doutores do Amor, Médicos do Barulho e da Trupe do Sorriso. Os meninos e meninas que estão em tratamento ganharam presentes, bolo e doces. A alegria entrou em cena, amenizando um pouco do sofrimento dos pacientes.

    Segundo a psicóloga e uma das organizadoras da comemoração, Lúcia Costa Britto, o objetivo é preservar os laços das crianças com o mundo fora do hospital. "Estamos sempre celebrando as datas festivas, como Dia das Crianças, Festa Junina, Carnaval e Natal."

    Para ela, trata-se de uma forma de os pacientes se sentirem vivos, ativos. "É um sopro de vida e de descontração." As crianças não só participam da festa, como ajudam na produção. "Os acompanhantes também são envolvidos na atividade."

    De acordo com o palhaço Fuzil, do Médicos do Barulho, as palhaçadas mudam o ambiente, suavizam a internação. "Para nós, pode não ser nada, mas mudamos o dia das crianças. Humanizamos o ambiente hospitalar." A Miloca, Ong Doutores do Amor, diz que a intenção é levar alegria e conforto, diminuindo o clima de angústia e de tristeza.

     

    criança brincando com a trupe Sorriso Entrega de presença para uma criança

     

    Retorno

    Viviane Vitória de Oliveira, 2 anos, a princípio fica assustada com a presença dos grupos e com o barulho das bolas de estourar. Choraminga. A desconfiança some apenas quando o seu nome é entoado e um palhaço lhe entrega um presente. Ela desembrulha a boneca e o sorriso sai fácil. No lugar das lágrimas, o brilho no olhar.

    "É na expressão da criança que vemos a resposta do trabalho", explica Lúcia. A psicóloga cita ainda a reação de um menino com anemia falciforme. "A doença provoca uma dor muito forte nas articulações. Mesmo com dor, ele pediu para participar da festa e respondeu aos estímulos."

    Lúcia Helena da Silva, mãe de Wilson da Silva, 7 anos, conta que o filho fica mais feliz quando ocorrem essas ações. "Essas atividades não podem faltar. É bom para as crianças e para nós." Adriana Aparecida Pereira, mãe de Júlia Vitória, 5, afirma que a terapia do sorriso ajuda no tratamento. "É a melhor coisa para as crianças. O carinho é o melhor remédio. Os grupos fazem um trabalho muito bonito."

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

     

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