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    Professores municipais votam e mantêm indicativo de greve

    Categoria vai paralisar as atividades nos dias 17 e 18. A pressão é para que a PJF apresente propostas concretas

    Cintia Charlene
    *Colaboração
    10/4/2013
    greve

    Os professores da rede municipal de ensino de Juiz de Fora estivem reunidos em assembleia nesta quarta-feira, 10 de abril, com objetivo de votar pela manutenção ou não do  indicativo de greve. Na ocasião, a maioria decidiu  por continuar com a redução de 25 minutos diários nas aulas, além de paralisar as atividades nos dias 17 e 18. Outra medida definida durante a assembelia é que a categoria vai aderir à paralisação nacional, marcada para os dias 23, 24 e 25.

    De acordo com um dos coordenadores do Sindicato dos Professores de Juiz de Fora (Sinpro), Roberto Cupolillo (Betão), o calendário de negociações está sendo mantido. ''Queremos que a Prefeitura apresente, de forma concreta,  quais são as suas propostas. A intenção é que estas propostas venham por escrito, para que a categoria possa avaliar como algo palpável, já que não sabemos de que forma o Executivo pensa sobre o reajuste. Além disso, a categoria entendeu que, para forçar a Prefeitura, é necessário que se faça uma mobilização grande de dois dias. E, se for preciso, manteremos a mobilização'', destaca Cupolillo. Segundo o Sindicato, a PJF tem até o dia 23 para apresentar as propostas. Caso não seja resolvido, a greve será deflagrada a partir do dia 25.

    Entre as revindicações dos professores estão a aplicação da lei do piso com reajuste a partir de janeiro, com efeito cascata para atender a todos professores, e mais o percentual do ano passado, totalizando 12%. Além disso, a redução da jornada de trabalho para 1/3, a abertura de concurso para diversas áreas, a extensão da Ajuda de Custo para Valorização do Magistério (ACVM) para os aposentados sob forma de benefícios, melhores condições de trabalho, redução das turmas, entre outras propostas.

    A diretora da Escola Municipal Elpídio Corrêa Faria, Bernadete de Almeida, acredita que a greve é essencial e necessária. ''O movimento está bem organizado. Espero que, mais do que nunca, haja o pagamento do piso, como é assegurado por lei'', desabafa a diretora.

    Na próxima quarta-feira, dia 17, será realizada uma passeata dos professores pelas ruas da cidade. A concentração ocorre na escadaria da Câmara Municipal. No mesmo dia ocorre uma negociação entre o sindicato e a PJF, às 16h. Já na quinta-feira, dia 18, ocorre mais uma assembleia.

    *Cintia Charlene é estudante do 7º período de Comunicação Social da UFJF

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