Lucas Soares Lucas Soares 27/01/2014

Time A, B ou C? O dilema de quem disputa Libertadores e estaduais

LibertadoresAno após ano, os times brasileiros que disputam a Libertadores têm que escolher entre quais jogadores mandar à campo. Definir entre os jogadores titulares, os reservas ou mesmo aqueles que não são ganham muitas oportunidades durante a temporada para as rodadas dos estaduais gera uma discussão que envolve diretoria, treinador, comentaristas e, claro, torcedores.

Porque simplesmente não é tão simples definir por poupar o time A, colocar o B ou o C em campo e sofrer uma derrota de um pequeno. Afinal, um Flamengo, sendo A, B ou C, vai ser sempre um clube da grandeza do Flamengo diante do modesto Duque de Caxias. Da mesma forma, os reservas do Botafogo que perdem para a Cabofriense não vão ser lembrados como reservas, e sim, como atletas do clube. O que, de fato, são.

A questão passa também pelo lado financeiro. No Carioca, por exemplo, o clube que terminar na primeira fase em primeiro geral será o campeão da Taça Guanabara e vai levar R$ 1 milhão para os cofres. Diante de tantas dívidas no futebol, como se lida com essa escolha? Afinal, os estaduais são infinitas vezes mais fáceis que a Libertadores.

Além de tudo, ainda existe o lado do torcedor e do treinador. E coloco os lado-a-lado, visto que acredito que, neste caso, tenham a ver. Ambos querem ver o melhor de sua equipe em campo, ambos não querem que o craque do seu time machuque, e querem ver o maior número de opções para uma longa temporada. Então, se normalmente jogadores considerados titulares são escalados, os reservas só entrariam em condições adversas. Nos estaduais, existe um laboratório para testar outros atletas e saber com quem exatamente irão poder contar.

Particularmente, sou a favor desse rodízio. Afinal, quero mais é que o meu time se prepare para fazer bonito na Libertadores. O estadual, inevitavelmente, ficaria de lado. Mas, conhecida a grandeza dos clubes brasileiros que estão disputando a competição sul-americana em 2014, alguém acredita que um deles vai ficar de fora na reta final do seu regional?


Lucas Soares é natural de Juiz de Fora, é jornalista formado pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora em dezembro de 2012 e apaixonado por futebol. Atualmente, é aluno de pós-graduação em Jornalismo Multiplataforma na Universidade Federal de Juiz de Fora, Repórter no portal Acessa.com e Editor-chefe do blog Flamengo em Foco. Já atuou em veículos impressos da cidade e como assessor de imprensa na PJF e na Câmara Municipal.

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Lucas Soares Lucas Soares 27/01/2014

Time A, B ou C? O dilema de quem disputa Libertadores e estaduais

LibertadoresAno após ano, os times brasileiros que disputam a Libertadores têm que escolher entre quais jogadores mandar à campo. Definir entre os jogadores titulares, os reservas ou mesmo aqueles que não são ganham muitas oportunidades durante a temporada para as rodadas dos estaduais gera uma discussão que envolve diretoria, treinador, comentaristas e, claro, torcedores.

Porque simplesmente não é tão simples definir por poupar o time A, colocar o B ou o C em campo e sofrer uma derrota de um pequeno. Afinal, um Flamengo, sendo A, B ou C, vai ser sempre um clube da grandeza do Flamengo diante do modesto Duque de Caxias. Da mesma forma, os reservas do Botafogo que perdem para a Cabofriense não vão ser lembrados como reservas, e sim, como atletas do clube. O que, de fato, são.

A questão passa também pelo lado financeiro. No Carioca, por exemplo, o clube que terminar na primeira fase em primeiro geral será o campeão da Taça Guanabara e vai levar R$ 1 milhão para os cofres. Diante de tantas dívidas no futebol, como se lida com essa escolha? Afinal, os estaduais são infinitas vezes mais fáceis que a Libertadores.

Além de tudo, ainda existe o lado do torcedor e do treinador. E coloco os lado-a-lado, visto que acredito que, neste caso, tenham a ver. Ambos querem ver o melhor de sua equipe em campo, ambos não querem que o craque do seu time machuque, e querem ver o maior número de opções para uma longa temporada. Então, se normalmente jogadores considerados titulares são escalados, os reservas só entrariam em condições adversas. Nos estaduais, existe um laboratório para testar outros atletas e saber com quem exatamente irão poder contar.

Particularmente, sou a favor desse rodízio. Afinal, quero mais é que o meu time se prepare para fazer bonito na Libertadores. O estadual, inevitavelmente, ficaria de lado. Mas, conhecida a grandeza dos clubes brasileiros que estão disputando a competição sul-americana em 2014, alguém acredita que um deles vai ficar de fora na reta final do seu regional?


Lucas Soares é natural de Juiz de Fora, é jornalista formado pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora em dezembro de 2012 e apaixonado por futebol. Atualmente, é aluno de pós-graduação em Jornalismo Multiplataforma na Universidade Federal de Juiz de Fora, Repórter no portal Acessa.com e Editor-chefe do blog Flamengo em Foco. Já atuou em veículos impressos da cidade e como assessor de imprensa na PJF e na Câmara Municipal.

Lucas Soares Lucas Soares 27/01/2014

Time A, B ou C? O dilema de quem disputa Libertadores e estaduais

LibertadoresAno após ano, os times brasileiros que disputam a Libertadores têm que escolher entre quais jogadores mandar à campo. Definir entre os jogadores titulares, os reservas ou mesmo aqueles que não são ganham muitas oportunidades durante a temporada para as rodadas dos estaduais gera uma discussão que envolve diretoria, treinador, comentaristas e, claro, torcedores.

Porque simplesmente não é tão simples definir por poupar o time A, colocar o B ou o C em campo e sofrer uma derrota de um pequeno. Afinal, um Flamengo, sendo A, B ou C, vai ser sempre um clube da grandeza do Flamengo diante do modesto Duque de Caxias. Da mesma forma, os reservas do Botafogo que perdem para a Cabofriense não vão ser lembrados como reservas, e sim, como atletas do clube. O que, de fato, são.

A questão passa também pelo lado financeiro. No Carioca, por exemplo, o clube que terminar na primeira fase em primeiro geral será o campeão da Taça Guanabara e vai levar R$ 1 milhão para os cofres. Diante de tantas dívidas no futebol, como se lida com essa escolha? Afinal, os estaduais são infinitas vezes mais fáceis que a Libertadores.

Além de tudo, ainda existe o lado do torcedor e do treinador. E coloco os lado-a-lado, visto que acredito que, neste caso, tenham a ver. Ambos querem ver o melhor de sua equipe em campo, ambos não querem que o craque do seu time machuque, e querem ver o maior número de opções para uma longa temporada. Então, se normalmente jogadores considerados titulares são escalados, os reservas só entrariam em condições adversas. Nos estaduais, existe um laboratório para testar outros atletas e saber com quem exatamente irão poder contar.

Particularmente, sou a favor desse rodízio. Afinal, quero mais é que o meu time se prepare para fazer bonito na Libertadores. O estadual, inevitavelmente, ficaria de lado. Mas, conhecida a grandeza dos clubes brasileiros que estão disputando a competição sul-americana em 2014, alguém acredita que um deles vai ficar de fora na reta final do seu regional?


Lucas Soares é natural de Juiz de Fora, é jornalista formado pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora em dezembro de 2012 e apaixonado por futebol. Atualmente, é aluno de pós-graduação em Jornalismo Multiplataforma na Universidade Federal de Juiz de Fora, Repórter no portal Acessa.com e Editor-chefe do blog Flamengo em Foco. Já atuou em veículos impressos da cidade e como assessor de imprensa na PJF e na Câmara Municipal.