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    Terça-feira, 6 de outubro de 2009, atualizada às 12h35

    Léo Condé tem dúvidas sobre a escalação do Tupi para o jogo contra o Villa Nova

    Clecius Campos
    Repórter

    O técnico do Tupi, Léo Condé, vai aproveitar o treino desta terça-feira, 6 de outubro, para tirar dúvidas sobre a formação do Carijó para o jogo contra o Villa Nova, nesta quarta-feira, 7. O treinador pensa em manter a equipe que venceu o América, na última quarta-feira, 30 de setembro.

    "No entanto, preciso escolher um substituto para o zagueiro Fabrício, que foi expulso no último jogo e cumpre suspensão." A outra dúvida é sobre a escalação no meio-de-campo. Condé ainda não resolveu se joga com dois volantes e um meia ou o inverso.

    Condé acredita que o jogo contra o Villa Nova, líder da Chave A da Taça Minas, será bastante equilibrado. Ele ressalta a qualidade técnica do adversário. "Conheço o trabalho do Moacir Júnior, que é bom treinador e já passou pelo Tupi. O time conta com dois bons atacantes: Alan e Eraldo, que também vestiram a camisa do Carijó."

    Tupi contesta antecipação de jogos da Taça Minas

    Segundo o vice-presidente do Tupi, José Roberto Maranhas, o clube enviou ofício à Federação Mineira de Futebol (FMF), contestando a antecipação de dois jogos da primeira fase da Taça Minas. De acordo com Maranhas, a equipe não foi comunicada oficialmente da remarcação das partidas contra o Funorte (de 14 para 11 de outubro) e contra o Valério (de 21 para 18 de outubro). "O Tupi vai cumprir os jogos seguindo a tabela original. A FMF não nos consultou sobre a possibilidade de mudança."

    Para Condé, a proximidade dos jogos contra o Villa Nova e o Funorte pode prejudicar o rendimento do time. "Vamos sair de uma partida na quarta-feira para outra, fora de casa, no domingo. As viagens são sempre estressantes e em Montes Claros ainda temos o agravante do clima quente."

    Tupi culpa PJF pelo atraso no pagamento de atletas

    O vice-presidente do Tupi culpa a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) pelo atraso no pagamento de salário de seus atletas. Segundo Maranhas, o repasse mensal garantido por lei, no valor de R$ 30 mil, não é realizado desde maio deste ano. Ele afirma ainda que o recurso também não foi pago em dezembro de 2008. A dívida chegaria a R$ 180 mil. "Tivemos que recorrer ao adiantamento de patrocínios e a empréstimos para tentar remunerar nossos atletas. Dessa forma, conseguimos que o atraso nos salários seja de 10%." Para Maranhas, caso a administração municipal continue sem fazer o repasse, a situação do futebol do Carijó ficará difícil.

    A Prefeitura informa por meio de assessoria que a atual administração está em dia com o clube e com os preceitos da lei. O pagamento relativo ao mês de maio teria sido pago no dia 1º de junho. Durante os meses de junho e julho, o Tupi não teria direito a verba por não estar disputando campeonato da primeira divisão organizado pela FMF ou pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Como o time iniciou a disputa da Taça Minas em 25 de agosto, a PJF teria dívida de seis dias referentes àquele mês, mais o mês de setembro, cujo pagamento vence em 10 de outubro. Sobre o déficit do mês de dezembro do ano passado, a Prefeitura informa que estes são restos a pagar da administração anterior e que fará o possível para sanar o débito, após priorizar as necessidades do atual exercício.

    A venda de 50% da sede do Tupi, em Santa Terezinha, poderia ser uma alternativa para o pagamento da dívida com os jogadores, caso um outro débito do terreno de cerca de 15 mil metros quadrados não fosse um entrave para a finalização do negócio. A dívida está estimada em R$ 5,8 milhões. "A expectativa é de fechar a venda da sede em até três meses."

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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