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    Torcedores relatam experiências da Copa do Mundo

    Organização do Mundial vem sendo elogiadas por juiz-foranos que assistiram aos jogos

    Lucas Soares
    Repórter
    20/06/2014

    Os primeiros jogos da Copa do Mundo reuniram milhares de pessoas nas 12 cidades-sedes do torneio. Segundo dados da Fifa, mais de 3 milhões de ingressos foram vendidos para os 64 jogos do Mundial.

    A fisioterapeuta Ariany Tahara (foto ao lado, ao centro), 28, foi convencida pela família para participar do Mundial. Na última sexta-feira, assistiu na Arena Fonte Nova, em Salvador, a goleada da Alemanha por 4 a 0 sobre Portugal, de Cristiano Ronaldo. Segundo Ariany, a ansiedade já era grande antes da partida. "Na véspera do jogo, parecia que a hora não passava... Muita ansiedade, tanto pela partida como também o medo de ter problemas com manifestações e transporte para chegada no estádio. Mas tudo correu bem", conta.

    Quem viveu situação semelhante foi o publicitário Humberto Oliveira (foto abaixo, à esquerda), 24, que viu do Mineirão, em Belo Horizonte, a virada da Bélgica sobre a Argélia por 2 a 1. "É uma oportunidade única de poder acompanhar uma partida de uma Copa do Mundo. O ambiente de Copa é totalmente diferente de uma partida de outro campeonato", explica.

    A artista plástica e professora de inglês, Letícia Vitral (foto abaixo, à direita), 23, também viu um jogo da Copa ao vivo. No último domingo, 15 de junho, assistiu à estreia da Argentina no Mundial, no Maracanã, contra a Bósnia, "por sorte". "Meu pai inscreveu os quatro membros da família no sorteio de ingressos pré-sorteio da Copa, o que acredito, facilitou com que fôssemos escolhidos, pois muitos deixaram para se inscrever depois que a distribuição dos países nos grupos foi divulgada. Com isso, demos sorte de ir ao melhor jogo do grupo F", conta.

     

    Para ambos, os estádios agradaram os torcedores. "A arena Fonte Nova está lindíssima. Tudo muito bem sinalizado. Alguma demora nas filas dos bares e banheiros, mas tolerável", disse Ariany. Já no Mineirão, as filas foram apenas na entrada. "O Mineirão estava bem preparado para receber os jogos. Enfrentamos filas apenas na revista para entrar no estádio", relata Oliveira.

    Transportes aprovados

    Se a grande dúvida da Fifa para o Mundial era o sistema de transporte do Brasil, ao menos até aqui, não há casos de problemas relatados pelos torcedores. De acordo com Oliveira, em Belo Horizonte tudo funcionou perfeitamente. "Fui de ônibus de Juiz de Fora para lá. Em Belo Horizonte, utilizei o novo sistema de transportes da cidade, o BRT. Não tive problema algum para chegar no estádio e acredito que Belo Horizonte se preparou muito bem para receber esse grande volume de turistas na cidade", diz.

    Já Ariany, pela distância, optou pelo transporte aéreo. Ela conta que, apesar de um pequeno atraso nos voos, tudo correu dentro da conformidade. "Até a Bahia, fui de avião. Houve atraso no voo, mas nada tão fora do normal que já estamos acostumados. Para a Arena Fonte Nova fomos de táxi, e tivemos que descer cerca de 1,5 quilômetro antes e andar até o estádio, já que é uma área restrita. Foi super seguro, com muito policiamento e todos animados, em clima de Copa", explica a fisioterapeuta.

    A única ressalva aconteceu no Rio de Janeiro, com alguns problemas já conhecidos voltaram a acontecer, segundo Letícia. "Fomos de ônibus para o Rio de Janeiro. Como sempre, o grande problema era sair da Rodoviária Novo Rio, preços de táxi especial fora do normal, como R$ 53 para o Maracanã, e nenhum terminal de metrô instalado. Porém em volta do estádio, estava tudo bem organizado. Para quem estava no Centro ou na Zona Sul, deve ter sido muito bom por conta do metrô, mas para os muitos que, como nós, precisavam ir para a rodoviária, a volta foi um caos: mais de uma hora esperando passar um táxi que estivesse vazio e nos levasse até a plataforma. Só conseguimos pegar táxi depois de andar meio sem rumo para longe do estádio e por pouco não perdemos o ônibus de volta", concluí.

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