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    Juiz-forano disputa Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu na próxima semana

    Henrique Castanon é atleta semiprofissional e viaja aos Estados Unidos para uma das competições mais importantes da categoria

    Lucas Soares
    Repórter
    17/09/2015

    O juiz-forano Henrique Castanon (foto ao lado, no centro), 35, será um dos representantes brasileiros no World Master Jiu-Jitsu Championship, que ocorre em Las Vegas (Estados Unidos), nos dias 26 e 27 de setembro. O atleta disputa a competição pela categoria pesado (de 88 a 94kg), na faixa marrom.

    Segundo Castanon, a disputa do campeonato é um sonho, apesar da modalidade ser apenas um hobbie. "Eu tenho minha profissão, como empresário e planejador financeiro, mas sempre curti muito esporte. Me identifiquei bastante com luta, sempre fui muito competitivo e comecei a lutar há dez anos, parei algumas vezes por lesões, mas são dez anos na modalidade. Antes, fiz judô, que tem um pouco a ver com o jiu-jitsu, karatê e capoeira. No jiu-jitsu, comecei a participar de alguns campeonatos, alcancei bons resultados e fui me motivando", afirma. Henrique embarca para os Estados Unidos na terça-feira, 22, e luta no sábado, 26.

    O fato de ser um atleta semiprofissional, ao mesmo tempo em que disputa o maior campeonato da categoria, é uma motivação a mais para ele. "No jiu-jitsu, todo dia você vê algo diferente. Existem mil e uma maneiras de imobilizar um oponente pelo braço, pela perna ou estrangulamento, o kimono é muito usado... Eu tenho uma rotina bem preparada para a disputa dos campeonatos, estou sempre pronto. Além de praticar a modalidade, faço academia, exercícios aeróbicos, tenho acompanhamento com fisioterapeuta e nutricionista esportivo. Portanto, só de entrar naquela arena, onde acontecem lutas tão importantes no cenário mundial, vai me dar uma emoção muito grande. Alcançar um pódio seria sensacional", sonha.

    Para participar do campeonato mundial, Henrique precisou alcançar bons resultados nas competições anteriores. "A inscrição foi aberta para todos os atletas federados e que tenham conquistado pódio em competições organizadas pela federação. Eles têm um ranking, que reúne informações sobre as lutas que você disputa. Ganhei várias etapas no ano passado na minha categoria, por faixa, peso e idade, e terminei em primeiro. Além disso, fui vice-campeão internacional e terminei em terceiro no brasileiro. Isso me deixou muito motivado e feliz", comenta.

    Apesar da empolgação com o torneio, Henrique se mostra despreocupado com o resultado. "São dezesseis pessoas na minha categoria. Vou enfrentar atletas de fora. Para ser campeão, são quatro lutas, no estilo mata-mata, perdeu, tá fora. E é direto. As lutas são simultâneas, o tempo de descanso é o mesmo do tempo da luta anterior. Porém, eu não me preocupo com adversário. Alguns conheço pelo nome, por já ter competido, mas não fico buscando informações, vendo o que o cara faz, se tem vídeo dele lutando na internet. Não conheço quase ninguém, vou com o que eu sei", conclui.

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