Matheus Brum Matheus Brum 16/03/2016

Reunião do Marketing Carijó com torcedores

Por conta do "Papo Reto" da última semana, onde busquei analisar todo o marketing existente no Tupi, o Diretor de Comunicação e Marketing, Bernardo Fortuna, e um dos membros, Heitor Luique, me convidaram para uma reunião do núcleo junto com alguns torcedores. Antes que isso gere bafafá, é bom deixar claro que os torcedores convocados foram aqueles que, assim como eu, questionaram o modelo imposto, seja através de conversas particulares com Bernardo e Heitor, seja através das redes sociais. Então, não foi uma "reunião de compadres", e sim uma forma de conversar, diagnosticar os problemas e pensar em soluções para um ano muito importante para o Galo Carijó.

Por ter sido o único representante da imprensa, vou passar por aqui as discussões que foram colocadas em pauta.

Sócio-torcedor: O encontro durou aproximadamente duas horas e meia. Só esse tema consumiu mais de quarenta e cinco minutos. Está claro, tanto para os torcedores, quanto para a imprensa, e também para a diretoria, que o "Desperte o Guerreiro Carijó" não é atrativo nos moldes como ele é formulado, atualmente. Alguns torcedores levaram algumas propostas para otimizar as vendas e promoções do plano. Uma das ideias propostas foi a contratação de uma empresa especializada na venda de serviços de sócio-torcedor. Essa já cuida dos associados do Londrina, do CRB e de outros clubes do Brasil. A pessoa responsável deve vim a Juiz de Fora na próxima semana e ter uma reunião com a diretoria Carijó. Caso as tratativas sejam bem sucedidas, um contrato deve ser firmado e sua execução iniciada, para que na Série B tudo esteja dentro daquilo que pensamos. Um plano bom, com um preço justo, promoções boas e descontos, não só no ingresso e em produtos oficiais, mas também em outros estabelecimentos parceiros do Tupi.

Carijó Shop: Esteve presente também o representante da Carijó Shop, Gustavo Bernardino de Oliveira. Lá, ele disse sobre os problemas e sucessos que a loja tem passado. Detectaram que a presença física do estabelecimento, ao lado da sede social, não estava tendo um grande apelo. Por isso, na próxima semana, a Carijó Shop vai se instalar no terceiro andar do Santa Cruz Shopping. A ideia de mudança foi excelente, o novo ponto é local de encontro de muitas pessoas e um lugar tradicional de Juiz de Fora. A chance do aumento de vendas é real. Além disso, os produtos do Tupi só serão vendidos lá. Nenhuma outra loja da cidade terá acesso aos itens oficiais do clube. Outro ponto destacado, que coloquei em pauta no texto de semana passada, foi a questão de vender artigos no estádio. A ideia da van foi um sucesso, e ela será repetida nos jogos em casa. Para aprimorar a ideia, foi sugerida que fosse itinerante, rodando pelos bairros e, também, no Calçadão, ao lado do stand de vendas dos ingressos, por ser um ponto central, com grande fluxo de pessoas, e tradicional ponto de encontro dos torcedores carijós. A diretoria já entrou em contato com a Prefeitura para conseguir uma liberação para o carro ficar parado no local.

Uso das redes sociais: Um dos pontos que mais critiquei na semana passada, foi justamente a falta de movimentação do clube na internet. Tirando o Facebook, quase todas as mídias estão desatualizadas. Na conversa dessa segunda, foi exposto que o clube possui contrato com uma agência de comunicação, que é responsável por fazer as artes vinculadas na página do Tupi. É de entendimento da diretoria que essa é uma área pouco explorada. Eu e os presentes demos sugestões de algumas ações como: criar uma hashtag no dia do jogo, onde os torcedores tirarão fotos no estádio e logo depois, haverá um repost no Instagram oficial do “Fantasma do Mineirão”; Escolha de alguns sócios adimplentes para conhecer alguns jogadores; Pensar em algumas brincadeiras, como colocá-los para bater pênaltis contra o goleiro reserva do Tupi (quem se sair melhor, ganha um produto oficial); Divulgação de vídeos feitos por quem está no estádio, entre outras. Todas essas ações levariam a uma aproximação do clube com o torcedor, o que é muito importante.

Ações para torcedores: Foi levantada também a opção de se conseguir desconto para quem está com roupa oficial do Tupi nos dias de jogos. Um dos grandes questionamentos é a respeito de alguns torcedores que vão com camisas e artefatos de outros clubes, como bandeiras, faixas, etc. Na minha opinião, quem vai ao Mário Helênio vai para torcer pelo Tupi, e isso basta. É muito difícil a gente pedir, hoje em dia, que a pessoa torça apenas para o Alvinegro. Não temos essa cultura nas nossas crianças e adolescentes, e isso é um processo que demanda tempo. Por isso, não implico com torcedores que tenham o Galo como segundo time. Enfim, a equipe de Comunicação e Marketing vai pensar se há uma viabilidade para haver essas promoções, que seriam legais para o clube, e assim, estimularia o torcedor a adquirir um produto oficial. Outro ponto falado foi sobre o espaço torcedor, que vai ficar ao lado da sede oficial, e que deve estar pronto nas próximas semanas. Como abordei na semana passada, levantei a questão das crianças no estádio, que é uma ótima forma de "plantar a semente" da culturalização do Tupi. Na partida contra o Atlético haverá alunos de algumas escolas no estádio, e essa é uma tática que está sendo pensada para a Série B.

Minha análise sobre a reunião é a seguinte: os desafios são muitos, estar na Série B é uma responsabilidade gigantesca, e não se pode errar. O marketing está caminhando, evoluindo, tudo é muito novo, e erros irão acontecer, não tem jeito. Mas, se a diretoria continuar abrindo as portas para a imprensa, e principalmente, para o torcedor, que é o mais interessado e razão de existência de um clube, as chances das ações darem certo aumentam muito. Os pontos foram abordados, a discussão foi de alto nível, e ideias foram apresentadas por pessoas que respiram o Tupi vinte e quatro horas por dia. Agora é esperar pelos próximos capítulos, e, que assim como as novelas, tenhamos um final feliz. 


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Já foi estagiário na Rádio CBN Juiz de Fora. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras"; colaborador da Web Rádio Nac, apresentando uma coluna de opinião diariamente; editor e apresentador do programa Mosaico, que vai ao ar semanalmente na TVE, canal 12, e é membro da Acesso Comunicação Júnior, Empresa Júnior da Faculdade de Comunicação da UFJF, trabalhando no Departamento de Projetos e no núcleo de Jornalismo.

Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com

Matheus Brum Matheus Brum 16/03/2016

Reunião do Marketing Carijó com torcedores

Por conta do "Papo Reto" da última semana, onde busquei analisar todo o marketing existente no Tupi, o Diretor de Comunicação e Marketing, Bernardo Fortuna, e um dos membros, Heitor Luique, me convidaram para uma reunião do núcleo junto com alguns torcedores. Antes que isso gere bafafá, é bom deixar claro que os torcedores convocados foram aqueles que, assim como eu, questionaram o modelo imposto, seja através de conversas particulares com Bernardo e Heitor, seja através das redes sociais. Então, não foi uma "reunião de compadres", e sim uma forma de conversar, diagnosticar os problemas e pensar em soluções para um ano muito importante para o Galo Carijó.

Por ter sido o único representante da imprensa, vou passar por aqui as discussões que foram colocadas em pauta.

Sócio-torcedor: O encontro durou aproximadamente duas horas e meia. Só esse tema consumiu mais de quarenta e cinco minutos. Está claro, tanto para os torcedores, quanto para a imprensa, e também para a diretoria, que o "Desperte o Guerreiro Carijó" não é atrativo nos moldes como ele é formulado, atualmente. Alguns torcedores levaram algumas propostas para otimizar as vendas e promoções do plano. Uma das ideias propostas foi a contratação de uma empresa especializada na venda de serviços de sócio-torcedor. Essa já cuida dos associados do Londrina, do CRB e de outros clubes do Brasil. A pessoa responsável deve vim a Juiz de Fora na próxima semana e ter uma reunião com a diretoria Carijó. Caso as tratativas sejam bem sucedidas, um contrato deve ser firmado e sua execução iniciada, para que na Série B tudo esteja dentro daquilo que pensamos. Um plano bom, com um preço justo, promoções boas e descontos, não só no ingresso e em produtos oficiais, mas também em outros estabelecimentos parceiros do Tupi.

Carijó Shop: Esteve presente também o representante da Carijó Shop, Gustavo Bernardino de Oliveira. Lá, ele disse sobre os problemas e sucessos que a loja tem passado. Detectaram que a presença física do estabelecimento, ao lado da sede social, não estava tendo um grande apelo. Por isso, na próxima semana, a Carijó Shop vai se instalar no terceiro andar do Santa Cruz Shopping. A ideia de mudança foi excelente, o novo ponto é local de encontro de muitas pessoas e um lugar tradicional de Juiz de Fora. A chance do aumento de vendas é real. Além disso, os produtos do Tupi só serão vendidos lá. Nenhuma outra loja da cidade terá acesso aos itens oficiais do clube. Outro ponto destacado, que coloquei em pauta no texto de semana passada, foi a questão de vender artigos no estádio. A ideia da van foi um sucesso, e ela será repetida nos jogos em casa. Para aprimorar a ideia, foi sugerida que fosse itinerante, rodando pelos bairros e, também, no Calçadão, ao lado do stand de vendas dos ingressos, por ser um ponto central, com grande fluxo de pessoas, e tradicional ponto de encontro dos torcedores carijós. A diretoria já entrou em contato com a Prefeitura para conseguir uma liberação para o carro ficar parado no local.

Uso das redes sociais: Um dos pontos que mais critiquei na semana passada, foi justamente a falta de movimentação do clube na internet. Tirando o Facebook, quase todas as mídias estão desatualizadas. Na conversa dessa segunda, foi exposto que o clube possui contrato com uma agência de comunicação, que é responsável por fazer as artes vinculadas na página do Tupi. É de entendimento da diretoria que essa é uma área pouco explorada. Eu e os presentes demos sugestões de algumas ações como: criar uma hashtag no dia do jogo, onde os torcedores tirarão fotos no estádio e logo depois, haverá um repost no Instagram oficial do “Fantasma do Mineirão”; Escolha de alguns sócios adimplentes para conhecer alguns jogadores; Pensar em algumas brincadeiras, como colocá-los para bater pênaltis contra o goleiro reserva do Tupi (quem se sair melhor, ganha um produto oficial); Divulgação de vídeos feitos por quem está no estádio, entre outras. Todas essas ações levariam a uma aproximação do clube com o torcedor, o que é muito importante.

Ações para torcedores: Foi levantada também a opção de se conseguir desconto para quem está com roupa oficial do Tupi nos dias de jogos. Um dos grandes questionamentos é a respeito de alguns torcedores que vão com camisas e artefatos de outros clubes, como bandeiras, faixas, etc. Na minha opinião, quem vai ao Mário Helênio vai para torcer pelo Tupi, e isso basta. É muito difícil a gente pedir, hoje em dia, que a pessoa torça apenas para o Alvinegro. Não temos essa cultura nas nossas crianças e adolescentes, e isso é um processo que demanda tempo. Por isso, não implico com torcedores que tenham o Galo como segundo time. Enfim, a equipe de Comunicação e Marketing vai pensar se há uma viabilidade para haver essas promoções, que seriam legais para o clube, e assim, estimularia o torcedor a adquirir um produto oficial. Outro ponto falado foi sobre o espaço torcedor, que vai ficar ao lado da sede oficial, e que deve estar pronto nas próximas semanas. Como abordei na semana passada, levantei a questão das crianças no estádio, que é uma ótima forma de "plantar a semente" da culturalização do Tupi. Na partida contra o Atlético haverá alunos de algumas escolas no estádio, e essa é uma tática que está sendo pensada para a Série B.

Minha análise sobre a reunião é a seguinte: os desafios são muitos, estar na Série B é uma responsabilidade gigantesca, e não se pode errar. O marketing está caminhando, evoluindo, tudo é muito novo, e erros irão acontecer, não tem jeito. Mas, se a diretoria continuar abrindo as portas para a imprensa, e principalmente, para o torcedor, que é o mais interessado e razão de existência de um clube, as chances das ações darem certo aumentam muito. Os pontos foram abordados, a discussão foi de alto nível, e ideias foram apresentadas por pessoas que respiram o Tupi vinte e quatro horas por dia. Agora é esperar pelos próximos capítulos, e, que assim como as novelas, tenhamos um final feliz. 


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Já foi estagiário na Rádio CBN Juiz de Fora. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras"; colaborador da Web Rádio Nac, apresentando uma coluna de opinião diariamente; editor e apresentador do programa Mosaico, que vai ao ar semanalmente na TVE, canal 12, e é membro da Acesso Comunicação Júnior, Empresa Júnior da Faculdade de Comunicação da UFJF, trabalhando no Departamento de Projetos e no núcleo de Jornalismo.

Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com

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Matheus Brum Matheus Brum 16/03/2016

Reunião do Marketing Carijó com torcedores

Por conta do "Papo Reto" da última semana, onde busquei analisar todo o marketing existente no Tupi, o Diretor de Comunicação e Marketing, Bernardo Fortuna, e um dos membros, Heitor Luique, me convidaram para uma reunião do núcleo junto com alguns torcedores. Antes que isso gere bafafá, é bom deixar claro que os torcedores convocados foram aqueles que, assim como eu, questionaram o modelo imposto, seja através de conversas particulares com Bernardo e Heitor, seja através das redes sociais. Então, não foi uma "reunião de compadres", e sim uma forma de conversar, diagnosticar os problemas e pensar em soluções para um ano muito importante para o Galo Carijó.

Por ter sido o único representante da imprensa, vou passar por aqui as discussões que foram colocadas em pauta.

Sócio-torcedor: O encontro durou aproximadamente duas horas e meia. Só esse tema consumiu mais de quarenta e cinco minutos. Está claro, tanto para os torcedores, quanto para a imprensa, e também para a diretoria, que o "Desperte o Guerreiro Carijó" não é atrativo nos moldes como ele é formulado, atualmente. Alguns torcedores levaram algumas propostas para otimizar as vendas e promoções do plano. Uma das ideias propostas foi a contratação de uma empresa especializada na venda de serviços de sócio-torcedor. Essa já cuida dos associados do Londrina, do CRB e de outros clubes do Brasil. A pessoa responsável deve vim a Juiz de Fora na próxima semana e ter uma reunião com a diretoria Carijó. Caso as tratativas sejam bem sucedidas, um contrato deve ser firmado e sua execução iniciada, para que na Série B tudo esteja dentro daquilo que pensamos. Um plano bom, com um preço justo, promoções boas e descontos, não só no ingresso e em produtos oficiais, mas também em outros estabelecimentos parceiros do Tupi.

Carijó Shop: Esteve presente também o representante da Carijó Shop, Gustavo Bernardino de Oliveira. Lá, ele disse sobre os problemas e sucessos que a loja tem passado. Detectaram que a presença física do estabelecimento, ao lado da sede social, não estava tendo um grande apelo. Por isso, na próxima semana, a Carijó Shop vai se instalar no terceiro andar do Santa Cruz Shopping. A ideia de mudança foi excelente, o novo ponto é local de encontro de muitas pessoas e um lugar tradicional de Juiz de Fora. A chance do aumento de vendas é real. Além disso, os produtos do Tupi só serão vendidos lá. Nenhuma outra loja da cidade terá acesso aos itens oficiais do clube. Outro ponto destacado, que coloquei em pauta no texto de semana passada, foi a questão de vender artigos no estádio. A ideia da van foi um sucesso, e ela será repetida nos jogos em casa. Para aprimorar a ideia, foi sugerida que fosse itinerante, rodando pelos bairros e, também, no Calçadão, ao lado do stand de vendas dos ingressos, por ser um ponto central, com grande fluxo de pessoas, e tradicional ponto de encontro dos torcedores carijós. A diretoria já entrou em contato com a Prefeitura para conseguir uma liberação para o carro ficar parado no local.

Uso das redes sociais: Um dos pontos que mais critiquei na semana passada, foi justamente a falta de movimentação do clube na internet. Tirando o Facebook, quase todas as mídias estão desatualizadas. Na conversa dessa segunda, foi exposto que o clube possui contrato com uma agência de comunicação, que é responsável por fazer as artes vinculadas na página do Tupi. É de entendimento da diretoria que essa é uma área pouco explorada. Eu e os presentes demos sugestões de algumas ações como: criar uma hashtag no dia do jogo, onde os torcedores tirarão fotos no estádio e logo depois, haverá um repost no Instagram oficial do “Fantasma do Mineirão”; Escolha de alguns sócios adimplentes para conhecer alguns jogadores; Pensar em algumas brincadeiras, como colocá-los para bater pênaltis contra o goleiro reserva do Tupi (quem se sair melhor, ganha um produto oficial); Divulgação de vídeos feitos por quem está no estádio, entre outras. Todas essas ações levariam a uma aproximação do clube com o torcedor, o que é muito importante.

Ações para torcedores: Foi levantada também a opção de se conseguir desconto para quem está com roupa oficial do Tupi nos dias de jogos. Um dos grandes questionamentos é a respeito de alguns torcedores que vão com camisas e artefatos de outros clubes, como bandeiras, faixas, etc. Na minha opinião, quem vai ao Mário Helênio vai para torcer pelo Tupi, e isso basta. É muito difícil a gente pedir, hoje em dia, que a pessoa torça apenas para o Alvinegro. Não temos essa cultura nas nossas crianças e adolescentes, e isso é um processo que demanda tempo. Por isso, não implico com torcedores que tenham o Galo como segundo time. Enfim, a equipe de Comunicação e Marketing vai pensar se há uma viabilidade para haver essas promoções, que seriam legais para o clube, e assim, estimularia o torcedor a adquirir um produto oficial. Outro ponto falado foi sobre o espaço torcedor, que vai ficar ao lado da sede oficial, e que deve estar pronto nas próximas semanas. Como abordei na semana passada, levantei a questão das crianças no estádio, que é uma ótima forma de "plantar a semente" da culturalização do Tupi. Na partida contra o Atlético haverá alunos de algumas escolas no estádio, e essa é uma tática que está sendo pensada para a Série B.

Minha análise sobre a reunião é a seguinte: os desafios são muitos, estar na Série B é uma responsabilidade gigantesca, e não se pode errar. O marketing está caminhando, evoluindo, tudo é muito novo, e erros irão acontecer, não tem jeito. Mas, se a diretoria continuar abrindo as portas para a imprensa, e principalmente, para o torcedor, que é o mais interessado e razão de existência de um clube, as chances das ações darem certo aumentam muito. Os pontos foram abordados, a discussão foi de alto nível, e ideias foram apresentadas por pessoas que respiram o Tupi vinte e quatro horas por dia. Agora é esperar pelos próximos capítulos, e, que assim como as novelas, tenhamos um final feliz. 


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Já foi estagiário na Rádio CBN Juiz de Fora. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras"; colaborador da Web Rádio Nac, apresentando uma coluna de opinião diariamente; editor e apresentador do programa Mosaico, que vai ao ar semanalmente na TVE, canal 12, e é membro da Acesso Comunicação Júnior, Empresa Júnior da Faculdade de Comunicação da UFJF, trabalhando no Departamento de Projetos e no núcleo de Jornalismo.

Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com