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    Quinta-feira, 9 de dezembro de 2010, atualizada às 13h

    Mais de oito mil cartas já foram apadrinhadas em campanha

    *Eliza Granadeiro
    Colaboração
    Foto de padrinhos das cartas

    A Campanha Papai Noel dos Correios já conseguiu o apadrinhamento de mais de oito mil cartinhas de crianças em Juiz de Fora, o que representa 75% do montante recebido. Os presentes estão sendo entregues às crianças e as pessoas que querem ajudar devem se apressar, pois o prazo está acabando. A iniciativa será encerrada no dia 20 de dezembro.

    A campanha é realizada há 20 anos pelos Correios, que recebe cartinhas encaminhadas por escolas e creches da cidade. Os pedidos das crianças neste ano giram em torno de brinquedos e materiais escolares. "A campanha ocorre num período do ano em que as pessoas estão mais sensibilizadas para contribuir", afirma uma das coordenadoras da campanha, Sueli Navarro. Ela lembra que no ano passado 95% das 10.542 cartas foram apadrinhadas. "Para este ano, a expectativa é de que ultrapassemos a marca de 2009", completa Sueli.

    O apadrinhamento das cartinhas é feito na casinha do Papai Noel, construída ao lado da agência central dos Correios, na rua Marechal Deodoro, 470, Centro, das 9h às 17h de segunda a sexta-feira e das 9h às 12h aos sábados. Algumas empresas de Juiz de Fora são parceiras do projeto e, para que os funcionários não precisem ir à agência, determinada quantidade de cartas são enviadas para as sedes das companhias.

    "A iniciativa é muito boa e é importante para ajudar a melhorar o Natal das crianças que precisam", afirma Rosani Maria Duarte, que vai apadrinhar cartinhas pela primeira vez. Ela conta que ficou sabendo do projeto e o achou relevante para manter viva na mente das crianças a fantasia da existência do Papai Noel.

    Foto da casinha do papai noel Foto de pessoas na casa do papai
    Voluntários na campanha

    O trabalho de digitação das cartinhas e o de atendimento às pessoas realizado na casinha do Papai Noel é feito por voluntários, os chamados ajudantes do bom velhinho. "O voluntariado para mim é uma remissão porque me proponho a fazer o trabalho de todo o meu coração. Dessa forma, estou crescendo como pessoa", afirma a voluntária Perrusca da Luz. Trata-se do segundo ano em que ela é voluntária na campanha. "Enquanto puder colaborar, estarei aqui. A campanha dos Correios melhora o Natal de crianças que precisam e permite que as pessoas façam coisas boas nessa época", completa a voluntária.

    *Eliza Granadeiro é estudante do 6° período de Comunicação Social da UFJF

    Os textos são revisados por Thaísa Hoskem

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