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    Terça-feira, 18 de agosto de 2009, atualizada às 15h36

    Pela primeira vez Juiz de Fora atinge saldo positivo de empregos formais no acumulado de 2009

    Clecius Campos
    Repórter

    Pela primeira vez Juiz de Fora apresenta saldo positivo entre o número de admissões e demissões em empregos formais no acumulado de 2009. De janeiro a julho deste ano, 29.652 pessoas tiveram a carteira assinada, enquanto 29.474 foram demitidas. Os números indicam que 178 novos postos de trabalho foram preenchidos na cidade no ano de 2009. Os dados são do Estudo de Evolução do Emprego, realizado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta terça-feira, 18 de agosto.

    No mês de julho, 286 novas vagas de trabalho foram criadas na cidade. O maior aumento foi registrado no setor de serviços, que admitiu 1.807 funcionários e demitiu 1.686, ficando com saldo positivo de 121 postos. O saldo ficou favorável em outros sete setores de atividades na cidade. Os destaques são para a indústria da transformação (74), construção civil (62) e comércio (15). Apenas a administração pública apresentou saldo negativo, perdendo um posto de trabalho.

    Indústria apresenta recuperação

    O saldo positivo apresentado na indústria da transformação em Juiz de Fora (74) é reflexo do crescimento do faturamento e da produção, no segundo trimestre de 2009, apontado por sondagem trimestral realizada pelo Sebrae-MG. De acordo com informações da pesquisa, houve 14,8% de crescimento no faturamento e 43,7% de ampliação na produção. A sondagem foi feita em 732 empresas mineiras dos segmentos de alimentos, metalurgia, móveis, minerais não metálicos, calçados e artefatos de couro e confecção.

    De acordo com a analista técnica do Sebrae-MG, Bárbara Araújo, o aumento nas vendas de inverno pode ter sido o principal responsável pela reação da indústria da transformação, já que os setores de calçados e artefatos de couro e de confecção mostraram crescimento mais expressivo do faturamento. "A ampliação na produção também aconteceu de forma mais intensa nesses dois setores, o que pode ter causado mais admissões e menos demissões."

    Segundo Bárbara, o equilíbrio entre o saldo de empregos em julho e o registrado em junho (76) reflete a expectativa de estabilidade de empregos apontada pelos empresários entrevistados para o terceiro trimestre do ano. Segundo os dados da sondagem, 80,6% das empresas acreditam em estabilidade de empregos para este período do ano. "Os números indicam que a indústria de transformação dá sinais de recuperação da crise econômica mundial."

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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