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    Chuvas incrementam em até 50% movimento em lavanderiasA dificuldade de secagem de roupas é uma das explicações. Além disso, as férias propiciam aumento no volume de roupas a serem lavadas

    Aline Furtado
    Repórter
    10/1/2012
    Lavanderia

    Com a chegada do período chuvoso, a procura por serviços oferecidos por lavanderias de Juiz de Fora chega a registrar aumento de até 50% na procura. A explicação para o movimento mais intenso deve-se ao tempo mais úmido, o que dificulta a secagem de roupas.

    "O incremento é significativo, principalmente nos meses de dezembro e de janeiro, quando as chuvas são comuns. Nesse período, a alta chega a 50% e a maioria dos clientes afirma que a procura é mesmo pela dificuldade de secar as peças", destaca a gerente de uma lavanderia da cidade, Cléia Macedo da Silva.

    Quem também comemora o aumento na procura é a proprietária de outra lavanderia, Cristina Carbogin. "Além das chuvas, que acabam dificultando a secagem, há, ainda, a questão das férias, que fazem com que as famílias recebam visitas, aumentando a quantidade de peças a serem lavadas. Este também é um fator que alavanca a procura. Além, claro, das pessoas que retornam de viagens e vêm com muita roupa a ser lavada." Segundo ela, a empresa chega a registrar 40% de acréscimo.

    Segundo o diretor administrativo da Associação Nacional das Empresas de Lavanderia (Anel), Rui Torres, o segmento tem capacidade para absorver a clientela sazonal, o que começa a ser percebido ainda no mês de dezembro. "Há aumento eventual por conta das chuvas. Além disso, muitas pessoas aproveitam exatamente este período para viagens internacionais, o que faz com que retornem ao país com muitas roupas de frio."

    Diante desse quadro, as lavanderias acabam vendo oportunidade de fisgar clientes sazonais. "É hora de mostrar que podemos servir bem, a fim de que as pessoas voltem em época de seca", aponta Cléia. Mesmo com a maior procura, representantes do ramo afirmam que a alta não resulta no aumento dos preços dos serviços. "Nosso reajuste ocorre no mês de maio, quando é feito o dissídio coletivo." Além disso, de acordo com o proprietário de uma lavanderia, Vanderson de Souza Fidélis, cobrar mais caro nessa época não seria bom negócio.

    "Da mesma forma que estamos de olho no incremento, nossa concorrência também está. Com isso, não é prudente aumentar os preços porque correríamos o risco de perder os clientes já fidelizados. Esta é a hora de otimizar os trabalhos e o tempo." Segundo Fidélis, entre 10% e 20% dos clientes que buscam a lavanderia em época de chuva costumam retornar ao longo do ano. "Acaba sendo muito mais prático."

    Peças do dia a dia

    Conforme Cristina, a procura maior refere-se aos serviços para peças usadas no dia a dia. "A maior parte das pessoas procuram as lavanderias para lavagem e secagem de roupas mesmo. Edredons e cobertores são lavados mais para guardar, o que não é tão comum nessa época." Para ela, uma forma de conquistar o público é a agilidade na entrega dos serviços. "Temos conseguido cumprir as ordens de serviços no mesmo dia em que são expedidas. Isso conta muito."

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