PHILLIPPE WATANABE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O campeão mundial de jiu-jitsu Leandro Lo foi baleado, na madrugada deste domingo (7), e teve a morte cerebral confirmada. O lutador assistia, com amigos e família, ao show do Grupo Pixote, no Clube Sírio, na avenida Indianópolis, em São Paulo. Após um desentendimento, Lo foi baleado na cabeça.

O atirador foi um policial militar de folga, de 30 anos, segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública). Foi pedida a prisão preventiva do suspeito. A secretaria diz que não informará o nome do policial em respeito a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

O advogado da família Ivã Siqueira Junior afirma que, segundo testemunhas, o desentendimento teve início após um homem entrar na roda de amigos de Lo, pegar uma garrafa de bebida e começar a chacoalhá-la. Ao mesmo tempo, o homem estaria encarando o lutador, como forma de provocação.

Lo teria, então, derrubado o homem e o imobilizado. Outras pessoas se aproximaram e separaram a briga, sem ter havido agressões, segundo relatos de testemunhas às quais o advogado da família teve acesso.

O homem teria, então, sacado uma arma e, de frente para Lo, atirado uma única vez na cabeça do lutador, que foi atingido na testa. O atirador teria ainda chutado Lo, enquanto este estava caído no chão.

Siqueira Junior diz que o atirador ainda não foi preso.

Lo foi levado ao Hospital Municipal Dr. Arthur Ribeiro de Saboya.

"A Polícia Militar lamenta o ocorrido. A instituição instaurou uma apuração administrativa e colabora com as buscas para localizar o autor", afirma a SSP, em nota.

Em suas redes sociais, o clube Sírio disse que se solidariza com a família do lutador pelo "lamentável incidente ocorrido" durante um evento "realizado por terceiros". A instituição também informou que colabora com as autoridades responsáveis pela investigação.

O Grupo Pixote também se manifestou sobre o ocorrido e escreveu, nas redes sociais, que lamenta "profundamente o ocorrido ontem a noite no Clube Sírio onde estávamos nos apresentando". "Nossos sentimentos aos familiares e amigos do lutador Leandro Lo. Desejamos luz e paz neste momento", escreveu a banda.

O lutador de MMA Demian Maia, especialista em jiu-jitsu, prestou homenagem a Lo e sua família em redes sociais. "Muito mais importante do que como você se foi é como você viveu. E que vida você teve. Descanse em paz Leandro", postou Maia.

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PHILLIPPE WATANABE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O campeão mundial de jiu-jitsu Leandro Lo foi baleado, na madrugada deste domingo (7), e teve a morte cerebral confirmada. O lutador assistia, com amigos e família, ao show do Grupo Pixote, no Clube Sírio, na avenida Indianópolis, em São Paulo. Após um desentendimento, Lo foi baleado na cabeça.

O atirador foi um policial militar de folga, de 30 anos, segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública). Foi pedida a prisão preventiva do suspeito. A secretaria diz que não informará o nome do policial em respeito a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

O advogado da família Ivã Siqueira Junior afirma que, segundo testemunhas, o desentendimento teve início após um homem entrar na roda de amigos de Lo, pegar uma garrafa de bebida e começar a chacoalhá-la. Ao mesmo tempo, o homem estaria encarando o lutador, como forma de provocação.

Lo teria, então, derrubado o homem e o imobilizado. Outras pessoas se aproximaram e separaram a briga, sem ter havido agressões, segundo relatos de testemunhas às quais o advogado da família teve acesso.

O homem teria, então, sacado uma arma e, de frente para Lo, atirado uma única vez na cabeça do lutador, que foi atingido na testa. O atirador teria ainda chutado Lo, enquanto este estava caído no chão.

Siqueira Junior diz que o atirador ainda não foi preso.

Lo foi levado ao Hospital Municipal Dr. Arthur Ribeiro de Saboya.

"A Polícia Militar lamenta o ocorrido. A instituição instaurou uma apuração administrativa e colabora com as buscas para localizar o autor", afirma a SSP, em nota.

Em suas redes sociais, o clube Sírio disse que se solidariza com a família do lutador pelo "lamentável incidente ocorrido" durante um evento "realizado por terceiros". A instituição também informou que colabora com as autoridades responsáveis pela investigação.

O Grupo Pixote também se manifestou sobre o ocorrido e escreveu, nas redes sociais, que lamenta "profundamente o ocorrido ontem a noite no Clube Sírio onde estávamos nos apresentando". "Nossos sentimentos aos familiares e amigos do lutador Leandro Lo. Desejamos luz e paz neste momento", escreveu a banda.

O lutador de MMA Demian Maia, especialista em jiu-jitsu, prestou homenagem a Lo e sua família em redes sociais. "Muito mais importante do que como você se foi é como você viveu. E que vida você teve. Descanse em paz Leandro", postou Maia.


PHILLIPPE WATANABE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O campeão mundial de jiu-jitsu Leandro Lo foi baleado, na madrugada deste domingo (7), e teve a morte cerebral confirmada. O lutador assistia, com amigos e família, ao show do Grupo Pixote, no Clube Sírio, na avenida Indianópolis, em São Paulo. Após um desentendimento, Lo foi baleado na cabeça.

O atirador foi um policial militar de folga, de 30 anos, segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública). Foi pedida a prisão preventiva do suspeito. A secretaria diz que não informará o nome do policial em respeito a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

O advogado da família Ivã Siqueira Junior afirma que, segundo testemunhas, o desentendimento teve início após um homem entrar na roda de amigos de Lo, pegar uma garrafa de bebida e começar a chacoalhá-la. Ao mesmo tempo, o homem estaria encarando o lutador, como forma de provocação.

Lo teria, então, derrubado o homem e o imobilizado. Outras pessoas se aproximaram e separaram a briga, sem ter havido agressões, segundo relatos de testemunhas às quais o advogado da família teve acesso.

O homem teria, então, sacado uma arma e, de frente para Lo, atirado uma única vez na cabeça do lutador, que foi atingido na testa. O atirador teria ainda chutado Lo, enquanto este estava caído no chão.

Siqueira Junior diz que o atirador ainda não foi preso.

Lo foi levado ao Hospital Municipal Dr. Arthur Ribeiro de Saboya.

"A Polícia Militar lamenta o ocorrido. A instituição instaurou uma apuração administrativa e colabora com as buscas para localizar o autor", afirma a SSP, em nota.

Em suas redes sociais, o clube Sírio disse que se solidariza com a família do lutador pelo "lamentável incidente ocorrido" durante um evento "realizado por terceiros". A instituição também informou que colabora com as autoridades responsáveis pela investigação.

O Grupo Pixote também se manifestou sobre o ocorrido e escreveu, nas redes sociais, que lamenta "profundamente o ocorrido ontem a noite no Clube Sírio onde estávamos nos apresentando". "Nossos sentimentos aos familiares e amigos do lutador Leandro Lo. Desejamos luz e paz neste momento", escreveu a banda.

O lutador de MMA Demian Maia, especialista em jiu-jitsu, prestou homenagem a Lo e sua família em redes sociais. "Muito mais importante do que como você se foi é como você viveu. E que vida você teve. Descanse em paz Leandro", postou Maia.