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    Sexta-feira, 7 de maio de 2010, atualizada às 15h48

    Centro Hiperdia tem meta de 23 mil atendimentos por ano a hipertensos e diabéticos

    Clecius Campos
    Repórter

    Cerca de 23 mil atendimentos a hipertensos e diabéticos deverão ser realizados pelo Centro Hiperdia de Atenção Secundária em Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus no período de um ano. Esta é a meta de consultas — firmada por convênio entre a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a Fundação Instituto Mineiro de Estudos e Pesquisa em Nefrologia (Imepen) — a serem feitas a partir de 31 de maio, data de início de funcionamento.

    As instalações, localizadas na sede do Imepen, no bairro São Pedro, foram inauguradas nesta sexta-feira, 7 de maio, pelo titular da SES, Antônio Jorge de Souza Marques. Segundo o coordenador-geral do Imepen, Marcus Gomes Bastos, o local passou por pequenas adequações antes de receber o centro, que terá atendimento via Sistema Único de Saúde (SUS).

    "O espaço abriga o Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Nefrologia [Niepen] da Universidade Federal de Juiz de Fora [UFJF], que será um de nossos parceiros de gestão. O centro funcionará como referência e contrarreferência para o Programa Saúde da Família [PSF],  caracterizando-se um complexo de atenção secundária." Para ser atendido, o usuário deverá passar por avaliação prévia do médico da família. Verificada a necessidade de avaliação especializada, o paciente será encaminhado ao centro. Uma vez diagnosticado e definido seu tratamento, o usuário volta a ser acompanhado pelo médico da família.

    O Hiperdia será referência para as microrregiões de Juiz de Fora, Santos Dumont e São João Nepomuceno, cobrindo população de 800 mil habitantes. Para isso, o local será equipado com material permanente, por meio de verba de R$ 405.894,46, do Tesouro Estadual. O Estado também será responsável pelo custeio mensal no valor de R$ 200 mil. Montante que pode ser aumentado em 50%, diante da quantidade de atendimentos que serão oferecidos. "De acordo com as recomendações médicas, os pacientes poderão ser acompanhados por nutricionistas, assistentes sociais, psicólogos, dentistas, enfermeiros e educadores físicos. Além disso, os exames serão realizados no próprio centro, o que facilitará a vida dos pacientes."

    O Serviço de Controle de Hipertensos, Diabéticos e Obesos (Schido), da Secretaria Municipal de Saúde, presta atendimento a aproximadamente 4.800 pacientes graves ou com complicações nessas especialidades. Segundo Bastos, as doenças cardiovasculares têm alta mortalidade e são as que mais gastam recursos públicos para o tratamento. Para ele, a criação do centro em Juiz de Fora é um avanço. "A reunião dos especialistas e o atendimento completo, incluindo a realização de exames, farão bem para toda a região."

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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