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    Segunda-feira, 21 de março de 2011, atualizada às 19h31

    Procura por testes para detecção de Aids cresce 30% após o Carnaval

    Aline Furtado
    Repórter

    Passado o Carnaval, o Programa Municipal DST/Aids da Secretaria de Saúde registra aumento de 30% na demanda para realização de testes para detecção de doenças como a Aids, as hepatites virais e a sífilis. O aumento refere-se às fichas de atendimento e não aos exames laboratoriais. Apenas na última semana, foram realizados 172 atendimentos, segundo o coordenador do programa, Rodrigo Almeida. "O aumento ocorre todos os anos, visto que a Folia de Momo é uma época em que algumas pessoas tendem a praticar sexo sem proteção."

    Diante do fato e tendo em vista a recomendação do Ministério da Saúde (MS) para ampliação do diagnóstico do HIV, os testes vem sendo realizados pelo programa desde a quinta-feira após o Carnaval, 10 de março. "O objetivo é conseguir testar aquelas pessoas que não se preveniram durante os dias de festa. É importante lembrar que a campanha para testagem é gratuita e sigilosa." De acordo com o coordenador, por mês, são realizados 1.400 testes laboratoriais, número que engloba Juiz de Fora e municípios da região.

    Campanha

    A campanha prossegue até o final do mês de março e os interessados poderão entrar em contato pelo (32) 3690-7484 ou comparecerem ao Pronto Atendimento Médico (PAM) Marechal, no 7º andar, no período da manhã ou da tarde.

    Teste

    Ao procurar o programa, o usuário é recebido por uma equipe de aconselhadores, que trabalham em dois momentos, o aconselhamento coletivo e o individual. "No coletivo, são expostas dúvidas comuns, a fim de que, ao chegar ao individual, a pessoa foque naquilo que pode significar um risco para as doenças", explica Almeida.

    O aconselhamento individual auxilia os profissionais a traçarem o perfil do usuário, verificando, assim, a urgência de resultado do teste e as doenças aos quais está exposto. Em seguida, é feita a coleta do sangue. O resultado pode ser liberado em até 15 dias, podendo variar de acordo com a necessidade verificada durante a triagem. Após o resultado, o usuário é encaminhado à segunda coleta, que pode ocorrer entre 15 dias e três meses.

    Mutirão

    Devido à grande procura para realização dos testes, Almeida adianta que o Programa Municipal DST/Aids deverá realizar, entre os meses de abril e maio, um mutirão de testagem de HIV. "Estamos negociando com o Ministério da Saúde, mas acreditamos que dará certo."

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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