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    Sábado, 4 de janeiro de 2014, atualizada às 10h02

    Planos de saúde em Juiz de Fora devem ficar mais caros com ampliação da cobertura

    Eduardo Maia
    Repórter
    Plano de saúde

    Os planos de saúde de Juiz de Fora já preveem aumento dos custos a partir da implantação das novas regulamentações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em vigor desde o último dia 2 de janeiro. A ampliação da cobertura inclui uma lista de 37 medicamentos orais para o tratamento de câncer e 50 novos procedimentos como exames, consultas e cirurgia.

    A Unimed de Juiz de Fora afirma que vem se preparando desde outubro para atender à ampliação da cobertura, buscando antecipar-se às regulamentações anunciadas pelo Ministério da Saúde e pela ANS àquela época. Em nota, a empresa alega que a inclusão dos novos procedimentos impactará nos custos assistenciais, "mantendo o esforço contínuo, no sentido de manter o equilíbrio". A Unimed considera que a revisão beneficia o cliente, por oferecer a possibilidade de parte dos pacientes serem atendidos em casa, sem necessidade de ir à clinicas e hospitais. 

    Ainda de acordo com a operadora, a busca pelo equilíbrio é viabilizada pelo investimento em promoção da saúde e combate a doenças evitáveis. "Nossos programas visam evitar o agravo de doenças e a promoção da melhoria da qualidade de vida dos clientes. Para isso, eles contam com o suporte da rede e a assistência de uma equipe interdisciplinar, com médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicológicos, educadores físicos, fisioterapeutas, entre outros", completa.

    Plasc estima custos adicionais em torno de 3 a 4%

    O Plasc, plano de saúde da Santa Casa de Juiz de Fora, também já considera o aumento dos custos dos planos. "Infelizmente, com os custos adicionais em torno de 3 a 4%, haverá necessidade de aumentar o valor dos novos planos, assim como o reajuste dos planos empresariais também será maior", descreve em nota.

    A operadora afirma que realizou contratos ou extensões de contratos para os novos procedimentos do rol da ANS. O Plasc afirma que já está disponibilizando os medicamentos orais para o tratamento do câncer, o exame Pet-Scan, consultas com fisioterapeuta, entre outros.

    A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), entidade que reúne operadoras de planos de saúde, já havia se pronunciado sobre o efeito sobre os custos, com previsão de crescimento das despesas das operadoras de saúde. Mas, de acordo com a federação, os impactos financeiros reais, no entanto, só poderão ser medidos a partir do próximo ano.

    A ANS informa que a inclusão das novas coberturas é avaliada por um ano e, caso identifique impacto financeiro, este será avaliado no reajuste do ano seguinte, que é 2015. Pelas regras atuais, a ANS estabelece o reajuste apenas para os planos individuais e familiares e pode apenas sugerir o reajuste para os planos coletivos, que atendem a maior parte dos usuários.

    42,5 milhões de usuários serão beneficiados

    A revisão da lista mínima de procedimentos cobertos pelas operadoras é realizada a cada dois anos. A ampliação atual beneficia 42,5 milhões de consumidores com plano de saúde de assistência médica e mais 18,7 milhões com planos exclusivamente odontológicos, de acordo com a ANS.

    o nosso esforço de gestão é contínuo e no sentido de manter o equilíbrio.

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