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    Quinta-feira, 9 de janeiro de 2014, atualizada às 18h40

    Cuidados com a pele devem ser redobrados no verão

    Câncer de pele

    O aumento da incidência de raios solares no verão fez a Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Minas Gerais chamar atenção para os números do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), que apontavam que, em Minas Gerais, somente para o biênio 2012/2013, eram esperados 14.680 novos casos de câncer da pele não melanoma, sendo 5.570 em homens e 9.110 em mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 55 novos casos para cada 100 mil homens e 87 para cada 100 mil mulheres.

    O uso do protetor solar, por exemplo, é considerado indispensável. O produto deve ser passado cerca de 20 a 30 minutos antes da exposição solar e repetido a cada 2 horas ou após suar muito ou se molhar. Já o hidratante tem uma função específica de manter a pele hidratada. É mais um cuidado que se deve tomar quando se tem a pele ressecada.

    Além da proteção solar e hidratação da pele devido ao calor excessivo, a ingestão de líquidos, em especial água, é fundamental. Cuidados como comer mais frutas, usar roupas leves e evitar exposição prolongada ao sol ajudam a proteger a pele, visto que, nesta época, o risco de desidratação é maior, bem como o de desenvolver doenças infecciosas.

    Doenças de pele

    A SES chama atenção para as doenças de pele, como brotoejas, micoses, acne solar e manchas, que aumentam nesta época do ano. A brotoeja ou miliária ocorre pelo entupimento dos ductos das glândulas sudoríparas, produtoras do suor. Ambientes úmidos e quentes, e o uso de roupas pesadas e tecidos sintéticos pioram o quadro. O mesmo ambiente também favorece o aparecimento das micoses superficiais, infecções causadas pelos fungos, que se proliferam com mais facilidade. Roupas úmidas também devem ser evitadas.

    Câncer de pele

    Com a incidência cada vez mais agressiva dos raios ultravioletas, as pessoas devem estar atentas e se protegerem quando expostas ao sol, que é a maior causa do câncer de pele. De acordo com dados do Inca, o câncer de pele é o mais frequente e corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no país.

    É mais comum em pessoas com mais de 40 anos, de pele clara, sensíveis à ação dos raios solares ou com doenças cutâneas prévias. Entre os tumores de pele, o tipo não-melanoma é o de maior incidência e de mais baixa mortalidade e apresenta altos percentuais de cura, se for detectado precocemente.

    Como a pele - maior órgão do corpo humano - é heterogênea, o câncer de pele não-melanoma pode apresentar tumores de diferentes linhagens. Os mais frequentes são carcinoma basocelular, responsável por 70% dos diagnósticos, e o carcinoma epidermóide, representando 25% dos casos. O carcinoma basocelular, apesar de mais incidente, é também o menos agressivo.

    Com informações da Secretaria de Estado de Saúde.

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