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    Vigilância Sanitária interdita setores do HPS por tempo indeterminado

    Ministério Público junto com fiscais da vigilância fizeram vistoria nesta sexta, 6, no local, que resultou na interdição dos setores de internação, cirúrgico e esterilização

    Angeliza Lopes
    Repórter
    6/03/2015

    O Hospital Pronto Socorro (HPS) foi parcialmente interditado nesta sexta-feira, 6 de março, após vistoria do Ministério Público (MP) junto com fiscais da Vigilância Sanitária. Foram interditados os setores de Internação, Centro Cirúrgico e a Central de Material de Esterilizado (CME), por tempo indeterminado, até que os reparos sejam sanados. Conforme o promotor de Justiça de Defesa da Saúde, Rodrigo Barros, o MP recebeu uma representação de servidores do hospital, narrando uma série de problemas, inadequações e irregularidades que colocavam em risco os pacientes atendidos no HPS. "Acionamos a Vigilância Sanitária que nos acompanhou e constatou os problemas, que resultaram na interdição cautelar parcial do hospital", explica o promotor.

    HPSExpedido pela Vigilância Sanitária, o auto termo de interdição cautelar relata que fica interditado os setores de internação e Centro Cirúrgico e a Central de Material Esterilizado (CME), e, com isso o HPS não poderá realizar novas admissões de pacientes para procedimentos cirúrgicos. A causa seria a falta de medicamentos e insumos, o que impossibilita a continuidade dos tratamentos, infraestrutura precária e condições higiênicas insatisfatórias, descarte de resíduos em desacordo, deficiências estruturais na sala e no centro cirúrgico, problema de funcionamento nas autoclaves e elevador de acesso danificado.

    A interdição permanece, por tempo indeterminado, até que todos os problemas apontados no documento sejam sanados, segundo o Termo. "A vistoria técnica pode confirmar os relatos narrados e representados junto ao Ministérios Público pelos servidores do hospital. Talvez o maior desafio seja a situação dos medicamentos e insumos, por depender dos fornecedores", completa Barros.

    O termo ainda fala que o corpo clínico deverá avaliar os pacientes internados para verificar as condições de permanência, levando em consideração medicamentos, insumos e serviços necessários para a assistência que não comprometa a segurança do paciente. Na constatação da falta destas condições, os servidores deverão providenciar a remoção ou transferência dos internados.

    O Portal ACESSA.com aguarda posicionamento da Secretaria de Saúde do município.

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