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    Quinta-feira, 29 de outubro de 2015, atualizada às 16h12

    Ascomcer encerra campanha Outubro Rosa com passeata pelo Calçadão

    Angeliza Lopes
    Repórter
    ascomcer

    Voluntárias, pacientes e mulheres que venceram o câncer de mama se reuniram para a Passeata de Encerramento da campanha Outubro Rosa, da Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer (Ascomcer), nesta quinta-feira, 29 de outubro, no calçadão da rua Halfeld até a avenida Getúlio Vargas. Com saída às 14h30, as participantes vestiram a camisa rosa e foram à luta pela conscientização da população sobre a doença e formas de tratamento e prevenção, distribuindo materiais informativos e instruções pelo alto-falante.

    A presidente da Ascomcer, Alessandra Sampaio, avalia como positiva a campanha, que a cada ano ganha mais parceiros para sua divulgação. "Hoje é um dia de muita alegria, pois vemos que a população está abraçando a campanha, mas sabemos que a divulgação é importante não só no mês de outubro, mas durante todo o ano, para que o alerta sobre o assunto seja contínuo", destaca.

    O câncer na mama é a variação da doença que mais acomete mulheres em todo o país, respondendo por cerca de 25% dos casos novos a cada ano, conforme indica o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Alessandra conta que devido a toda divulgação do mês os números de mamografias ofertados pela instituição foram insuficientes para atender a todos. "A partir dos 45 anos a mamografia é indicada para todas as mulheres e, atualmente, é um exame possível de conseguir encaminhamento no próprio posto de saúde. Mas, até mesmo antes desta idade, caso a mulher sinta uma variação na mama pelo autoexame, o aconselhável é procurar um médico de imediato", orienta.

    Rosane Coelho Dutra luta contra o câncer de mama há cinco anos e fez questão de estar presente na passeata para mostrar para as pessoas que a doença não deve ser um tabu. "Minha avó morreu de câncer nas mamas, e, logo que senti uma dorzinha procurei o médico. A princípio retirei um cisto, mas ele evoluiu para a doença. Ainda hoje é difícil tocar no assunto, muitos só acreditam quando acontecem com eles", conta. Cláudia Canedo, que também participou da passeata e é voluntária afirma que o preconceito e medo entre a população é grande.

    "Existem pessoas que acham que a doença é transmissível. Já vivenciei uma situação que uma mulher queria saber se o neto poderia pegar câncer só de encostar no avó diagnosticado com o problema. Muitos ainda falam 'aquela doença', com medo de falar de atraí-la para si, mas ninguém está livre. As pessoas ainda acham que o câncer sinônimo de morte, mas os tratamentos são avançados. Minha irmã foi diagnosticada com câncer de pulmão. A médica deu seis meses de vida para ela, sendo que ela faz tratamento já há três anos e agora ele sumiu e só tem uma mancha no local".

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