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    Peça de dramaturgo juiz-forano é lançada em livroA obra A Cidade do Circo dos Dias Iguais foi premiada no 7º Concurso Nacional de Dramaturgia e é inspirada no filósofo Nietzsche

    Jorge Júnior
    Repórter
    24/3/2011
    tarcizio_dalpra

    A peça do publicitário e dramaturgo juiz-forano Tarcízio Dalpra Júnior A Cidade do Circo dos Dias Iguais será publicada no livro do 7º Concurso Nacional de Dramaturgia - Prêmio Carlos Carvalho, que ocorreu em 2009. O lançamento do livro ocorre nesta sexta-feira, 25 de março, no Goethe-Institut, em Porto Alegre. Outras 20 peças serão publicadas na obra.

    Na oportunidade do lançamento do livro, será divulgado o projeto vencedor do Prêmio Carlos Carvalho/Auxílio-Montagem, que prevê a encenação de uma das 21 peças vencedoras do concurso de dramaturgia. A peça premiada será encenada por atores profissionais gaúchos. O dramaturgo garante que está na expectativa, mas, independente do resultado, a peça será produzida. "Quero produzir o espetáculo em Juiz de Fora."

    O dramaturgo já lançou dois livros, que foram patrocinados pela Academia Mineira de Letras. Esta é a terceira publicação de sua carreira e está sendo custeada pela Secretaria de Cultura do Porto Alegre. De acordo do Dalpra, a circulação da obra mais recente vai ser maior que a dos livros anteriores, já que será vendida pela internet.

    Primeiro mineiro a ganhar

    Essa é a primeira vez que um mineiro vence o concurso. "É o prêmio mais tradicional do Brasil, que dispensa apresentações. Já passaram pelo evento os nomes mais tradicionais da dramaturgia brasileira", enfatiza. O trabalho de Dalpra foi escolhido por uma banca composta pelos artistas Adriane Motolo, Aimar Labaki e Samir Yazbek. "Eles são os maiores nomes do teatro nacional." Cerca de 300 textos foram inscritos no concurso.

    A obra começou a ser inscrita em 2006 e a concepção final do texto ocorreu em 2008. "É uma ação que requer dedicação, porque, às vezes, a gente tem a ideia, mas expressá-la, é mais difícil, então, é um processo doloroso, mas que foi recompensado", comemora. O trabalho foi inspirado em uma frase do filósofo Nietzsche, que aborda a Teoria do Eterno Retorno.

    "A grande pergunta do texto é aonde você iria para atingir a perfeição e, chegando lá, as alegrias da perfeição não teriam acabado." O juiz-forano revela que a primeira frase do texto é: "A busca da perfeição e a própria perfeição."

    Projetos futuros

    O escritor está na produção de mais três textos e pretende montá-los ainda este ano, em Juiz de Fora. "Quero fazer a produção para a Companhia Teatral Putz."

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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