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    Quinta-feira, 3 de março de 2011, atualizada às 18h50

    Professores municipais cruzam os braços e definem pedido de reajuste salarial de 15,5%

    Aline Furtado
    Repórter
    Assembleia Sinpro

    Professores da rede municipal de ensino de Juiz de Fora paralisaram as atividades nesta quinta-feira, 3 de março, para votar a pauta de reivindicações para o ano de 2011. O documento servirá como base para as negociações futuras com a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF). De acordo com a assessoria da Secretaria de Educação (SE), 82% das escolas aderiram à paralisação.

    Durante o encontro, a categoria aprovou o reajuste salarial equivalente a 15,5%, percentual que engloba a correção do piso salarial, tendo como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do período de 1º de maio a 30 de abril de 2011, equivalendo a aproximadamente 5,5%; além da recomposição das perdas salariais passadas, cerca de 10%.

    Conforme definição de outros sindicatos, como dos médicos, dos engenheiros e dos servidores públicos municipais, a categoria aprovou, durante a assembleia, a antecipação da data-base do mês de maio para o mês de março. "Estamos fazendo uma campanha salarial de forma conjunta, ou seja, com todos os sindicatos. Por isso, vamos esperar as assembleias das outras categorias para apresentar, de forma integrada, as propostas à Prefeitura", explica o presidente do Sindicato dos Professores de Juiz de Fora (Sinpro), Flávio Bitarello.

    Entre as reivindicações aprovadas pelo magistério municipal durante a assembleia estão os benefícios referentes à licença-prêmio, que prevê que os servidores que atingirem o tempo de aposentadoria e ainda não usufruíram do último período de férias-prêmio possam optar por receber em espécie; a ampliação da progressão na tabela salarial, devido à mudança no tempo de aposentadoria; a criação do cargo de professor eventual, com definição de um por turno e por escola, assim como a elaboração das atribuições dos mesmos e a garantia ao professor eventual efetivo de ocupar regência, caso haja vaga, conforme classificação no concurso.

    A categoria aprovou, ainda, que as turmas de educação infantil e do 1º ano do ensino fundamental sejam formadas por, no máximo, 17 alunos. Já as turmas do segundo ao sexto ano do ensino fundamental deverão ter, no máximo, 25 alunos e turmas do sétimo ao nono ano do ensino tenham lotação fixada em 30 alunos. A classe pretende também que seja realizada a implantação do Serviço Social nas escolas municipais. Com relação à coordenação pedagógica, a reivindicação é que cada profissional fique responsável por até dez turmas, sendo disponibilizado um coordenador por turno.

    Outro ponto destacado e aprovado na pauta da campanha salarial do magistério municipal de 2011 foi a reversão da terceirização das creches municipais, com absorção das mesmas pela SE. Mais uma questão aprovada foi a manutenção do projeto de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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