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    Segunda-feira, 21 de maio de 2012, atualizada às 17h22

    UFJF e IF Sudeste parados no primeiro dia de greve dos professores

    Thiago Stephan
    Repórter
    UFJF

    O primeiro dia da greve dos professores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e do Instituto Federal (IF Sudeste) foi marcado por forte adesão. A avaliação é do presidente da Associação dos Professores de Ensino Superior de Juiz de Fora (Apes-JF), Rubens Luiz Rodrigues, que percorreu os campi no final da manhã desta segunda, 21 de maio.

    "A adesão foi muito boa. A UFJF está bem parada. A minha expectativa é que todos os professores parem. Não gosto de trabalhar com porcentagens, mas acredito que a totalidade dos professores esteja parada. Os estacionamentos das unidades estão bem vazios", relata Rodrigues no momento em que percorria o campus da UFJF. Ainda segundo ele, a paralisação no IF Sudeste conta com a mesma adesão.

    Ainda segundo o presidente da Apes-JF, o comando local de greve foi instalado na tarde desta segunda, na sede da associação. Na quarta-feira, 23, haverá assembleia da categoria, às 9h, também na sede da associação. Rodrigues explica que a meta agora é investir na informação. "Temos que trabalhar a nossa comunicação para informar professores e sociedade sobre a negociação, de forma a forçar o governo a sair dessa letargia e atender nossas reivindicações", diz, revelando que levantamento realizado pela Apes-JF apontou que outras 40 instituições federais de ensino estão em greve atualmente no Brasil.

    A Secretaria de Comunicação da universidade informou, por meio de nota, que "a administração superior da UFJF, assim como em outras ocasiões, respeita a mobilização de todos os segmentos representativos da instituição — alunos, professores e técnico-administrativos em educação (TAEs)". O documento também informa que a UFJF "aguarda o desfecho da negociação entre docentes e Ministério da Educação."

    A pauta de reivindicações da campanha dos professores federais prevê a reestruturação da carreira, prevista no acordo firmado em 2011 e até agora não cumprido pelo governo federal. De acordo com nota enviada à imprensa pela assessoria de comunicação da Apes-JF, a categoria busca carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho. Os docentes também reivindicam a valorização e a melhoria das condições de trabalho e de atendimento de pautas específicas de cada instituição de ensino superior.

    Os textos são revisados por Mariana Benicá

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