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    Quarta-feira, 4 de julho de 2012, atualizada às 19h24

    Parados há 23 dias, técnico-administrativos da UFJF fazem abraço simbólico no HU

    Jorge Júnior
    Repórter
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    Os servidores técnico-administrativos em educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) reuniram-se na tarde desta quarta-feira, 4 de julho, para uma assembleia informativa da greve, iniciada no último dia 11 de junho. No final do acontecimento, que teve cerca de 120 profissionais, os trabalhadores fizeram um abraço simbólico, na frente da instituição.

    De acordo com o coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFJF (Sintufejuf), Lucas da Silva Simeão, o objetivo do encontro foi pressionar o Governo para abrir as negociações salariais. "É uma reunião a nível nacional. Não podemos deixar que o Hospital Universitário seja privatizado", diz.

    Segundo Simeão, desde a deflagração da greve, que já dura 23 dias, a categoria não teve nenhuma proposta concreta da parte do Governo. "Estamos há mais de dez anos sem um reajuste." Ainda segundo Simeão, todas as universidades federais estão em greve. "No total, são 60 instituições paradas em todo o Brasil", afirma.

    Além da pauta nacional, o coordenador diz que a reunião também foi para conscientizar os profissionais que ainda estão trabalhando. Segundo ele, os técnico-administrativos estão operando com 30% da categoria, conforme prevê a legislação. "Há setores que ainda estão trabalhando, onde existem funcionários terceirizados, por exemplo. Queremos que eles também parem." Além disso, Simeão diz que 100% dos trabalhadores do quadro efetivo estão paralisados. Em números gerais, a adesão à greve em Juiz de Fora é de 95%, de acordo com o representante.

    Na reunião, ficou definido que vai ocorrer outra assembleia, marcada para a próxima terça-feira, 10 de julho. "Vamos debater a retirada do ponto eletrônico do HU, o esvaziamento do hospital e o descaso da direção do hospital a respeito da greve", adianta Simeão, que não descarta a possibilidade de retirar os colchões dos leitos do HU, a fim de impossibilitar novos atendimentos. "Vamos debater esse ponto com muita cautela, para que os pacientes não sejam prejudicados."

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    Os textos são revisados por Mariana Benicá

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