Matheus Brum Matheus Brum 30/03/2015

Brasileiro não ama o futebol

jogoNão estou ficando louco, é isso mesmo que você leu, nós não amamos o esporte ou o futebol. Nós gostamos de vencer. Só torcemos quando temos uma garantia de que iremos ser recompensados com uma vitória ao final do jogo ou do campeonato. Porque estou dizendo isso? Estamos chegando na reta final dos campeonatos estaduais, e cada vez mais percebemos que há um claro desinteresse dos torcedores para com o campeonato. Em partes, essa falta de vontade com os estaduais se deve à baixa qualidade técnica e aos preços excessivos dos ingressos, mas mesmo assim, percebo que cada vez mais estamos torcendo apenas quando ganhamos algum título. Um levantamento feito pela Pluri Consultoria (confira) mostrou que entre as cem maiores médias de público na temporada 2013-2014, há apenas dois clubes brasileiros. São eles: Cruzeiro e pasmem, Santa Cruz-PE.

É comum algumas pessoas ridicularizarem torcedores de times pequenos. Já cansei de assistir jogos de equipes menores da Espanha, Inglaterra, Alemanha e até mesmo do Brasil, e ouvir amigos e parentes falando: "Nossa, deve ser triste torcer por um time desses, nunca ganham nada". Mas para mim, esses são os verdadeiros torcedores. Porque a maior prova de amor ao esporte e a um time é torcer para ele, sendo campeão ou não. Na semana passada, na Terra da Rainha, tivemos a decisão da Johnstone Paint Trophy, Copa disputada pelas equipes da terceira e quarta divisão local. O jogo entre Bristol City e Walsall, foi disputado em Wembley, que recebeu setenta e dois mil, isso mesmo, setenta e dois mil pagantes. O Bristol ganhou a partida por 2 a 0, e levantou o caneco depois de treze anos sem vencer nada. Já o pequeno Walsall, jogou a sua primeira partida no Wembley nos seus cento e vinte e seis anos de história. Quando que no Brasil isso seria possível? Nunca! Temos aqui na cidade o exemplo disso. A média de público do Tupi não passa de mil e quinhentas pessoas por jogo, a não ser quando o time está bem e consegue chegar a alguma fase final de campeonato. Isso mostra o quanto a cultura do esporte é diferente em cada país. Os ingressos aqui em Juiz de Fora não são caros, uma grande parcela da população tem um carinho pelo Tupi, mas não vão ao estádio, porque normalmente os jogos são feios e nem sempre o time vai sair com um resultado positivo. Será que na Inglaterra, na Alemanha, os times não jogam mal? Será que o Bristol City ou o Walsall são times tecnicamente fantásticos?

De acordo com os dados da Pluri Consultoria, o Borussia Mönchengladbach tem a oitava melhor média de publico do mundo, tendo uma capacidade de lotação do estádio em 95%, somente na Bundesliga. O último título de expressão da equipe foi a Copa da Alemanha na temporada 1994-95. Sofridos seus torcedores, não? Ainda temos outros exemplos como o Sunderland da Ingleterra, o Guangzhou Evergrande da China, o Seattle Sounders dos Estados Unidos, entre outros.

Isso tudo mostra como estamos cada vez longe dos estádios. Os motivos são diversos: falta de segurança, preços inacessíveis, times fracos, pouco chamativo para ir às partidas, etc. O problema é que isso está matando o nosso futebol. Cada vez mais estamos vendo as pelejas pela televisão ou por outros meios alternativos, muito por conta do conforto. Não há nada melhor do que ir ao estádio, torcer, xingar jogadores e juízes e abraçar um desconhecido na hora do gol. Esse é o barato da paixão. Infelizmente estamos nos entregando e torcendo apenas quando temos a chance de ganhar. Quando o time está mal é que vemos os torcedores de verdade. Isso não acontece só no futebol. Quantas pessoas pararam de assistir Fórmula 1 porque não produzimos mais Campeões Mundiais? O vôlei só fez sucesso porque começou a ganhar tudo. Infelizmente os esportes no nosso país só são divulgados quando temos algum vencedor, é a nossa necessidade de vencer e de termos um ídolo. Essa situação, infelizmente, só nos coloca para baixo. Temos que ter amor ao esporte, não ao clube. Temos que torcer independente da qualidade técnica do time ou da sua divisão, e sim pelo amor, pela paixão que move o futebol, uma paixão intensa e avassaladora, que nos faz chorar com a vitória e com a derrota, que nos aproxima e faz brigar com pessoas queridas ou desconhecidas, que nos faz ficar feito loucos no estádio assistindo vinte e dois marmanjos correrem atrás da bola. Ahhh futebol, se soubesse o quanto me faz bem....

Outros destaques

1º - Seleção Brasileira Sub-17 venceu o Sul-Americano da categoria que estava sendo disputado no Paraguai. Vencemos, mas não convencemos. Uma seleção que venceu todas as suas partidas no sufoco, principalmente na fase final, quando venceu três partidas, todas com apenas um gol de diferença, e perdeu duas partidas. Agora, vamos esperar o Mundial da categoria no meio do ano.

2º - Saí técnico, entra técnico e o Tupi não consegue vencer fora de casa. Reabilitou mais uma equipe que estava quase "morta" no campeonato. Guarani conseguiu a primeira vitória no Mineiro e ganhou uma sobrevida para tentar escapar do descenso. Leston Júnior vai ter trabalho para arrumar o time para enfrentar a URT, semana que vem, em Juiz de Fora.

3º - Vettel conseguiu a primeira vitória com o macacão vermelho da Ferrari. Primeira vitória da tradicional Scuderia Italiana desde o GP da Espanha de 2013, quando Fernando Alonso venceu diante dos seus torcedores. Será que o tetracampeão vai poder desbancar as Mercedes e faturar o seu quinto caneco? Temos que esperar as próximas corridas. O que se sabe é que o prodígio alemão está a uma vitória de igualar Ayrton Senna da Silva, o maior piloto da história da F-1, em números de vitórias. Com a vitória desse final de semana, Vettel chegou ao lugar mais alto do pódio quarenta vezes na carreira.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras", estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor e apresentador do programa Mosaico.é nascido e criado em Juiz de Fora.

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Matheus Brum Matheus Brum 30/03/2015

Brasileiro não ama o futebol

jogoNão estou ficando louco, é isso mesmo que você leu, nós não amamos o esporte ou o futebol. Nós gostamos de vencer. Só torcemos quando temos uma garantia de que iremos ser recompensados com uma vitória ao final do jogo ou do campeonato. Porque estou dizendo isso? Estamos chegando na reta final dos campeonatos estaduais, e cada vez mais percebemos que há um claro desinteresse dos torcedores para com o campeonato. Em partes, essa falta de vontade com os estaduais se deve à baixa qualidade técnica e aos preços excessivos dos ingressos, mas mesmo assim, percebo que cada vez mais estamos torcendo apenas quando ganhamos algum título. Um levantamento feito pela Pluri Consultoria (confira) mostrou que entre as cem maiores médias de público na temporada 2013-2014, há apenas dois clubes brasileiros. São eles: Cruzeiro e pasmem, Santa Cruz-PE.

É comum algumas pessoas ridicularizarem torcedores de times pequenos. Já cansei de assistir jogos de equipes menores da Espanha, Inglaterra, Alemanha e até mesmo do Brasil, e ouvir amigos e parentes falando: "Nossa, deve ser triste torcer por um time desses, nunca ganham nada". Mas para mim, esses são os verdadeiros torcedores. Porque a maior prova de amor ao esporte e a um time é torcer para ele, sendo campeão ou não. Na semana passada, na Terra da Rainha, tivemos a decisão da Johnstone Paint Trophy, Copa disputada pelas equipes da terceira e quarta divisão local. O jogo entre Bristol City e Walsall, foi disputado em Wembley, que recebeu setenta e dois mil, isso mesmo, setenta e dois mil pagantes. O Bristol ganhou a partida por 2 a 0, e levantou o caneco depois de treze anos sem vencer nada. Já o pequeno Walsall, jogou a sua primeira partida no Wembley nos seus cento e vinte e seis anos de história. Quando que no Brasil isso seria possível? Nunca! Temos aqui na cidade o exemplo disso. A média de público do Tupi não passa de mil e quinhentas pessoas por jogo, a não ser quando o time está bem e consegue chegar a alguma fase final de campeonato. Isso mostra o quanto a cultura do esporte é diferente em cada país. Os ingressos aqui em Juiz de Fora não são caros, uma grande parcela da população tem um carinho pelo Tupi, mas não vão ao estádio, porque normalmente os jogos são feios e nem sempre o time vai sair com um resultado positivo. Será que na Inglaterra, na Alemanha, os times não jogam mal? Será que o Bristol City ou o Walsall são times tecnicamente fantásticos?

De acordo com os dados da Pluri Consultoria, o Borussia Mönchengladbach tem a oitava melhor média de publico do mundo, tendo uma capacidade de lotação do estádio em 95%, somente na Bundesliga. O último título de expressão da equipe foi a Copa da Alemanha na temporada 1994-95. Sofridos seus torcedores, não? Ainda temos outros exemplos como o Sunderland da Ingleterra, o Guangzhou Evergrande da China, o Seattle Sounders dos Estados Unidos, entre outros.

Isso tudo mostra como estamos cada vez longe dos estádios. Os motivos são diversos: falta de segurança, preços inacessíveis, times fracos, pouco chamativo para ir às partidas, etc. O problema é que isso está matando o nosso futebol. Cada vez mais estamos vendo as pelejas pela televisão ou por outros meios alternativos, muito por conta do conforto. Não há nada melhor do que ir ao estádio, torcer, xingar jogadores e juízes e abraçar um desconhecido na hora do gol. Esse é o barato da paixão. Infelizmente estamos nos entregando e torcendo apenas quando temos a chance de ganhar. Quando o time está mal é que vemos os torcedores de verdade. Isso não acontece só no futebol. Quantas pessoas pararam de assistir Fórmula 1 porque não produzimos mais Campeões Mundiais? O vôlei só fez sucesso porque começou a ganhar tudo. Infelizmente os esportes no nosso país só são divulgados quando temos algum vencedor, é a nossa necessidade de vencer e de termos um ídolo. Essa situação, infelizmente, só nos coloca para baixo. Temos que ter amor ao esporte, não ao clube. Temos que torcer independente da qualidade técnica do time ou da sua divisão, e sim pelo amor, pela paixão que move o futebol, uma paixão intensa e avassaladora, que nos faz chorar com a vitória e com a derrota, que nos aproxima e faz brigar com pessoas queridas ou desconhecidas, que nos faz ficar feito loucos no estádio assistindo vinte e dois marmanjos correrem atrás da bola. Ahhh futebol, se soubesse o quanto me faz bem....

Outros destaques

1º - Seleção Brasileira Sub-17 venceu o Sul-Americano da categoria que estava sendo disputado no Paraguai. Vencemos, mas não convencemos. Uma seleção que venceu todas as suas partidas no sufoco, principalmente na fase final, quando venceu três partidas, todas com apenas um gol de diferença, e perdeu duas partidas. Agora, vamos esperar o Mundial da categoria no meio do ano.

2º - Saí técnico, entra técnico e o Tupi não consegue vencer fora de casa. Reabilitou mais uma equipe que estava quase "morta" no campeonato. Guarani conseguiu a primeira vitória no Mineiro e ganhou uma sobrevida para tentar escapar do descenso. Leston Júnior vai ter trabalho para arrumar o time para enfrentar a URT, semana que vem, em Juiz de Fora.

3º - Vettel conseguiu a primeira vitória com o macacão vermelho da Ferrari. Primeira vitória da tradicional Scuderia Italiana desde o GP da Espanha de 2013, quando Fernando Alonso venceu diante dos seus torcedores. Será que o tetracampeão vai poder desbancar as Mercedes e faturar o seu quinto caneco? Temos que esperar as próximas corridas. O que se sabe é que o prodígio alemão está a uma vitória de igualar Ayrton Senna da Silva, o maior piloto da história da F-1, em números de vitórias. Com a vitória desse final de semana, Vettel chegou ao lugar mais alto do pódio quarenta vezes na carreira.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras", estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor e apresentador do programa Mosaico.é nascido e criado em Juiz de Fora.

Matheus Brum Matheus Brum 30/03/2015

Brasileiro não ama o futebol

jogoNão estou ficando louco, é isso mesmo que você leu, nós não amamos o esporte ou o futebol. Nós gostamos de vencer. Só torcemos quando temos uma garantia de que iremos ser recompensados com uma vitória ao final do jogo ou do campeonato. Porque estou dizendo isso? Estamos chegando na reta final dos campeonatos estaduais, e cada vez mais percebemos que há um claro desinteresse dos torcedores para com o campeonato. Em partes, essa falta de vontade com os estaduais se deve à baixa qualidade técnica e aos preços excessivos dos ingressos, mas mesmo assim, percebo que cada vez mais estamos torcendo apenas quando ganhamos algum título. Um levantamento feito pela Pluri Consultoria (confira) mostrou que entre as cem maiores médias de público na temporada 2013-2014, há apenas dois clubes brasileiros. São eles: Cruzeiro e pasmem, Santa Cruz-PE.

É comum algumas pessoas ridicularizarem torcedores de times pequenos. Já cansei de assistir jogos de equipes menores da Espanha, Inglaterra, Alemanha e até mesmo do Brasil, e ouvir amigos e parentes falando: "Nossa, deve ser triste torcer por um time desses, nunca ganham nada". Mas para mim, esses são os verdadeiros torcedores. Porque a maior prova de amor ao esporte e a um time é torcer para ele, sendo campeão ou não. Na semana passada, na Terra da Rainha, tivemos a decisão da Johnstone Paint Trophy, Copa disputada pelas equipes da terceira e quarta divisão local. O jogo entre Bristol City e Walsall, foi disputado em Wembley, que recebeu setenta e dois mil, isso mesmo, setenta e dois mil pagantes. O Bristol ganhou a partida por 2 a 0, e levantou o caneco depois de treze anos sem vencer nada. Já o pequeno Walsall, jogou a sua primeira partida no Wembley nos seus cento e vinte e seis anos de história. Quando que no Brasil isso seria possível? Nunca! Temos aqui na cidade o exemplo disso. A média de público do Tupi não passa de mil e quinhentas pessoas por jogo, a não ser quando o time está bem e consegue chegar a alguma fase final de campeonato. Isso mostra o quanto a cultura do esporte é diferente em cada país. Os ingressos aqui em Juiz de Fora não são caros, uma grande parcela da população tem um carinho pelo Tupi, mas não vão ao estádio, porque normalmente os jogos são feios e nem sempre o time vai sair com um resultado positivo. Será que na Inglaterra, na Alemanha, os times não jogam mal? Será que o Bristol City ou o Walsall são times tecnicamente fantásticos?

De acordo com os dados da Pluri Consultoria, o Borussia Mönchengladbach tem a oitava melhor média de publico do mundo, tendo uma capacidade de lotação do estádio em 95%, somente na Bundesliga. O último título de expressão da equipe foi a Copa da Alemanha na temporada 1994-95. Sofridos seus torcedores, não? Ainda temos outros exemplos como o Sunderland da Ingleterra, o Guangzhou Evergrande da China, o Seattle Sounders dos Estados Unidos, entre outros.

Isso tudo mostra como estamos cada vez longe dos estádios. Os motivos são diversos: falta de segurança, preços inacessíveis, times fracos, pouco chamativo para ir às partidas, etc. O problema é que isso está matando o nosso futebol. Cada vez mais estamos vendo as pelejas pela televisão ou por outros meios alternativos, muito por conta do conforto. Não há nada melhor do que ir ao estádio, torcer, xingar jogadores e juízes e abraçar um desconhecido na hora do gol. Esse é o barato da paixão. Infelizmente estamos nos entregando e torcendo apenas quando temos a chance de ganhar. Quando o time está mal é que vemos os torcedores de verdade. Isso não acontece só no futebol. Quantas pessoas pararam de assistir Fórmula 1 porque não produzimos mais Campeões Mundiais? O vôlei só fez sucesso porque começou a ganhar tudo. Infelizmente os esportes no nosso país só são divulgados quando temos algum vencedor, é a nossa necessidade de vencer e de termos um ídolo. Essa situação, infelizmente, só nos coloca para baixo. Temos que ter amor ao esporte, não ao clube. Temos que torcer independente da qualidade técnica do time ou da sua divisão, e sim pelo amor, pela paixão que move o futebol, uma paixão intensa e avassaladora, que nos faz chorar com a vitória e com a derrota, que nos aproxima e faz brigar com pessoas queridas ou desconhecidas, que nos faz ficar feito loucos no estádio assistindo vinte e dois marmanjos correrem atrás da bola. Ahhh futebol, se soubesse o quanto me faz bem....

Outros destaques

1º - Seleção Brasileira Sub-17 venceu o Sul-Americano da categoria que estava sendo disputado no Paraguai. Vencemos, mas não convencemos. Uma seleção que venceu todas as suas partidas no sufoco, principalmente na fase final, quando venceu três partidas, todas com apenas um gol de diferença, e perdeu duas partidas. Agora, vamos esperar o Mundial da categoria no meio do ano.

2º - Saí técnico, entra técnico e o Tupi não consegue vencer fora de casa. Reabilitou mais uma equipe que estava quase "morta" no campeonato. Guarani conseguiu a primeira vitória no Mineiro e ganhou uma sobrevida para tentar escapar do descenso. Leston Júnior vai ter trabalho para arrumar o time para enfrentar a URT, semana que vem, em Juiz de Fora.

3º - Vettel conseguiu a primeira vitória com o macacão vermelho da Ferrari. Primeira vitória da tradicional Scuderia Italiana desde o GP da Espanha de 2013, quando Fernando Alonso venceu diante dos seus torcedores. Será que o tetracampeão vai poder desbancar as Mercedes e faturar o seu quinto caneco? Temos que esperar as próximas corridas. O que se sabe é que o prodígio alemão está a uma vitória de igualar Ayrton Senna da Silva, o maior piloto da história da F-1, em números de vitórias. Com a vitória desse final de semana, Vettel chegou ao lugar mais alto do pódio quarenta vezes na carreira.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras", estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor e apresentador do programa Mosaico.é nascido e criado em Juiz de Fora.