Nome do Colunista Matheus Brum 1/06/2015

Orgulho da Nação

basqueteBom, segundo os mais sábios, sempre temos que pensar positivo, mesmo quando as coisas não andam muito bem. Pois bem, partindo desse princípio, vou dar um tempo no futebol, e destacar o quarto título do Flamengo no NBB, Novo Basquete Brasil.

Se o futebol ainda "não anda com as próprias pernas", no basquete, o Flamengo vai muito bem, obrigado. Nesse sábado, a equipe do técnico José Neto conseguiu o tricampeonato seguido, e o quarto de sua história, se tornando o maior vencedor da competição, ao bater a equipe do Bauru, em Marília e fechar a série melhor de três em 2 a 0.

Há alguns anos, o rubro-negro vem fazendo uma boa política financeira no basquete. Quando foi implantado o modelo do NBB, em 2008, havia uma dívida enorme do clube com os jogadores da época, e quase houve um fechamento do departamento de basquete por falta de dinheiro. Alguns jogadores cobravam oito meses de salários atrasados. Em 2009, veio o título da primeira edição do Novo Basquete Brasil. Em 2013, voltou a vencer a "primeira divisão do basquete", e na temporada passada, conquistou todos os títulos que disputou: o Campeonato Carioca, a Liga das Américas, o NBB e a Copa Intercontinental.
Tudo isso é fruto de um trabalho a longo prazo. Na época das "vacas magras", era do futebol que vinha o dinheiro que sustentava o basquete. Com o desenvolvimento de um campeonato forte e com o sucesso de público que sempre lotava as arenas, começou a entrar dinheiro, que consequentemente, deu a oportunidade de montar bons times, chegando a todos esses títulos. Atualmente, o esporte é autossustentável.

Outro ponto extremamente importante é a manutenção da base. A equipe do Flamengo que entrou em quadra no dia 28/09/2014 para ser o segundo time brasileiro a conquistar a Copa Intercontinental, tinha o seu quinteto inicial formado por: Marquinhos, Marcelinho, Meyinsse, Herrmann e Laprovittola, sob o comando de José Neto. Oito meses e um dia depois desse título, o quinteto que entrou no Ginásio Municipal Neuza Galetti, para ser o maior vencedor da história do NBB, tinha: Laprovittola, Marquinhos, Benite, Olivinha e Meyinsse. Na partida de setembro, Olivinha e Benite estavam no banco de reservas e na decisão de sábado, substituíram Herrmann e Marcelinho, que foram banco na final do nacional.

O que podemos trazer do exemplo do basquete para o futebol? Que um trabalho bem feito, campeonatos rentáveis, apoio da torcida, e principalmente, planejamento e trabalho a longo prazo, podem e vão dar certo com o passar do tempo. Em épocas de "vacas magras" no futebol, o basquete tem se tornado o orgulho da nação.

Outros destaques

1º - Tupi empata em 1 a 1 contra o Guarani no Brinco de Ouro da Princesa e mantêm a liderança do Grupo B da Série C do Campeonato Brasileiro. Léston Júnior fazendo um excelente início de trabalho, que pode render bons frutos ao Carijó.

2º - Não estou feliz com a contratação do Guerrero. Mesmo sendo um ótimo atacante, não merece receber a bagatela de R$900 mil por mês, contando encargos e luvas. Sua contratação não mostra que o Flamengo está traindo sua política financeira, mas que está colhendo seus frutos, sendo um dos poucos times do Brasil com condições de fazer contratações desse porte. Insisto que o problema do time é outro, o que ficou claro no jogo contra o Fluminense. É necessário um jogador que saiba comandar o meio de campo do time, só assim o Guerrero vai funcionar. Não adianta ter um atacante milionário no elenco se não tiver um bom jogador para colocar a bola "redondinha" para ele.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras", estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor e apresentador do programa Mosaico é nascido e criado em Juiz de Fora.

Nome do Colunista Matheus Brum 1/06/2015

Orgulho da Nação

basqueteBom, segundo os mais sábios, sempre temos que pensar positivo, mesmo quando as coisas não andam muito bem. Pois bem, partindo desse princípio, vou dar um tempo no futebol, e destacar o quarto título do Flamengo no NBB, Novo Basquete Brasil.

Se o futebol ainda "não anda com as próprias pernas", no basquete, o Flamengo vai muito bem, obrigado. Nesse sábado, a equipe do técnico José Neto conseguiu o tricampeonato seguido, e o quarto de sua história, se tornando o maior vencedor da competição, ao bater a equipe do Bauru, em Marília e fechar a série melhor de três em 2 a 0.

Há alguns anos, o rubro-negro vem fazendo uma boa política financeira no basquete. Quando foi implantado o modelo do NBB, em 2008, havia uma dívida enorme do clube com os jogadores da época, e quase houve um fechamento do departamento de basquete por falta de dinheiro. Alguns jogadores cobravam oito meses de salários atrasados. Em 2009, veio o título da primeira edição do Novo Basquete Brasil. Em 2013, voltou a vencer a "primeira divisão do basquete", e na temporada passada, conquistou todos os títulos que disputou: o Campeonato Carioca, a Liga das Américas, o NBB e a Copa Intercontinental.
Tudo isso é fruto de um trabalho a longo prazo. Na época das "vacas magras", era do futebol que vinha o dinheiro que sustentava o basquete. Com o desenvolvimento de um campeonato forte e com o sucesso de público que sempre lotava as arenas, começou a entrar dinheiro, que consequentemente, deu a oportunidade de montar bons times, chegando a todos esses títulos. Atualmente, o esporte é autossustentável.

Outro ponto extremamente importante é a manutenção da base. A equipe do Flamengo que entrou em quadra no dia 28/09/2014 para ser o segundo time brasileiro a conquistar a Copa Intercontinental, tinha o seu quinteto inicial formado por: Marquinhos, Marcelinho, Meyinsse, Herrmann e Laprovittola, sob o comando de José Neto. Oito meses e um dia depois desse título, o quinteto que entrou no Ginásio Municipal Neuza Galetti, para ser o maior vencedor da história do NBB, tinha: Laprovittola, Marquinhos, Benite, Olivinha e Meyinsse. Na partida de setembro, Olivinha e Benite estavam no banco de reservas e na decisão de sábado, substituíram Herrmann e Marcelinho, que foram banco na final do nacional.

O que podemos trazer do exemplo do basquete para o futebol? Que um trabalho bem feito, campeonatos rentáveis, apoio da torcida, e principalmente, planejamento e trabalho a longo prazo, podem e vão dar certo com o passar do tempo. Em épocas de "vacas magras" no futebol, o basquete tem se tornado o orgulho da nação.

Outros destaques

1º - Tupi empata em 1 a 1 contra o Guarani no Brinco de Ouro da Princesa e mantêm a liderança do Grupo B da Série C do Campeonato Brasileiro. Léston Júnior fazendo um excelente início de trabalho, que pode render bons frutos ao Carijó.

2º - Não estou feliz com a contratação do Guerrero. Mesmo sendo um ótimo atacante, não merece receber a bagatela de R$900 mil por mês, contando encargos e luvas. Sua contratação não mostra que o Flamengo está traindo sua política financeira, mas que está colhendo seus frutos, sendo um dos poucos times do Brasil com condições de fazer contratações desse porte. Insisto que o problema do time é outro, o que ficou claro no jogo contra o Fluminense. É necessário um jogador que saiba comandar o meio de campo do time, só assim o Guerrero vai funcionar. Não adianta ter um atacante milionário no elenco se não tiver um bom jogador para colocar a bola "redondinha" para ele.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras", estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor e apresentador do programa Mosaico é nascido e criado em Juiz de Fora.

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Nome do Colunista Matheus Brum 1/06/2015

Orgulho da Nação

basqueteBom, segundo os mais sábios, sempre temos que pensar positivo, mesmo quando as coisas não andam muito bem. Pois bem, partindo desse princípio, vou dar um tempo no futebol, e destacar o quarto título do Flamengo no NBB, Novo Basquete Brasil.

Se o futebol ainda "não anda com as próprias pernas", no basquete, o Flamengo vai muito bem, obrigado. Nesse sábado, a equipe do técnico José Neto conseguiu o tricampeonato seguido, e o quarto de sua história, se tornando o maior vencedor da competição, ao bater a equipe do Bauru, em Marília e fechar a série melhor de três em 2 a 0.

Há alguns anos, o rubro-negro vem fazendo uma boa política financeira no basquete. Quando foi implantado o modelo do NBB, em 2008, havia uma dívida enorme do clube com os jogadores da época, e quase houve um fechamento do departamento de basquete por falta de dinheiro. Alguns jogadores cobravam oito meses de salários atrasados. Em 2009, veio o título da primeira edição do Novo Basquete Brasil. Em 2013, voltou a vencer a "primeira divisão do basquete", e na temporada passada, conquistou todos os títulos que disputou: o Campeonato Carioca, a Liga das Américas, o NBB e a Copa Intercontinental.
Tudo isso é fruto de um trabalho a longo prazo. Na época das "vacas magras", era do futebol que vinha o dinheiro que sustentava o basquete. Com o desenvolvimento de um campeonato forte e com o sucesso de público que sempre lotava as arenas, começou a entrar dinheiro, que consequentemente, deu a oportunidade de montar bons times, chegando a todos esses títulos. Atualmente, o esporte é autossustentável.

Outro ponto extremamente importante é a manutenção da base. A equipe do Flamengo que entrou em quadra no dia 28/09/2014 para ser o segundo time brasileiro a conquistar a Copa Intercontinental, tinha o seu quinteto inicial formado por: Marquinhos, Marcelinho, Meyinsse, Herrmann e Laprovittola, sob o comando de José Neto. Oito meses e um dia depois desse título, o quinteto que entrou no Ginásio Municipal Neuza Galetti, para ser o maior vencedor da história do NBB, tinha: Laprovittola, Marquinhos, Benite, Olivinha e Meyinsse. Na partida de setembro, Olivinha e Benite estavam no banco de reservas e na decisão de sábado, substituíram Herrmann e Marcelinho, que foram banco na final do nacional.

O que podemos trazer do exemplo do basquete para o futebol? Que um trabalho bem feito, campeonatos rentáveis, apoio da torcida, e principalmente, planejamento e trabalho a longo prazo, podem e vão dar certo com o passar do tempo. Em épocas de "vacas magras" no futebol, o basquete tem se tornado o orgulho da nação.

Outros destaques

1º - Tupi empata em 1 a 1 contra o Guarani no Brinco de Ouro da Princesa e mantêm a liderança do Grupo B da Série C do Campeonato Brasileiro. Léston Júnior fazendo um excelente início de trabalho, que pode render bons frutos ao Carijó.

2º - Não estou feliz com a contratação do Guerrero. Mesmo sendo um ótimo atacante, não merece receber a bagatela de R$900 mil por mês, contando encargos e luvas. Sua contratação não mostra que o Flamengo está traindo sua política financeira, mas que está colhendo seus frutos, sendo um dos poucos times do Brasil com condições de fazer contratações desse porte. Insisto que o problema do time é outro, o que ficou claro no jogo contra o Fluminense. É necessário um jogador que saiba comandar o meio de campo do time, só assim o Guerrero vai funcionar. Não adianta ter um atacante milionário no elenco se não tiver um bom jogador para colocar a bola "redondinha" para ele.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras", estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor e apresentador do programa Mosaico é nascido e criado em Juiz de Fora.