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    Sexta-feira, 22 de junho de 2012, atualizada às 17h

    Mês de maio tem redução de 17,2% na geração de empregos formais na comparação entre 2012 e 2011

    Jorge Júnior
    Repórter
    carteira_trabalho

    Juiz de Fora criou 269 postos de trabalho no mês de maio de 2012, contra 325 no mesmo período do ano passado, ou seja, 56 vagas a menos, resultando em uma queda de 17,2% no saldo de empregos formais. Fora isso, em um ano, o município gerou 3.181 novos empregos, totalizando em 12 meses um saldo de 8.839 novas vagas.

    De acordo com o chefe do setor de relações do trabalho da Gerência Regional do Trabalho e Emprego, José Tadeu de Medeiros Lima, os números são expressivos e os dados mantêm o mesmo padrão de 2011. "Refletem em benefícios para um chefe de família, por exemplo, beneficiando um número maior de pessoas que estão conseguindo empregos, ajudando, assim, toda a família." No período, foram admitidas 6.464 pessoas, contra 6.195 desligamentos, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgados nesta quinta-feira, 21 de junho.

    Em comparação com o mês de abril deste ano, o emprego formal caiu 78,2% na cidade, uma vez que foram criadas 1.235 novas vagas. Em abril do ano passado, foram gerados 974 postos. O setor de serviços foi o que mais gerou emprego em maio de 2012, fechando com um saldo de 145. Nessa área o número de admitidos foi de 3.241, contra 3.096 demissões. Em segundo lugar ficou a indústria de transformação com 91 novas vagas. No segmento foram admitidos 860 trabalhadores e demitidos 769. O comércio aparece em terceiro lugar no ranking, com 33 novas vagas, sendo que houve 1.609 admitidos, contra 1.576 (confira a tabela completa com os dados do Caged).

    Construção civil

    Durante o ano de 2012, a construção civil no mês de maio teve uma redução no número de criação de novas vagas. Foram gerados apenas sete novos postos de emprego neste período. Em janeiro, o setor ficou com um saldo de 17 novas vagas, em fevereiro 26, em março 248 e em abril 112. "Percebemos que houve essa queda, porém, suponho que seja porque as obras estão iniciadas", avalia.

    Entretanto, Lima afirma que os números são positivos. "É bom para o crescimento social e econômico. Estamos crescendo no número de empregos e oportunidades de trabalho na região." Além disso, o chefe do setor alerta: "Existe um grande número de empregos no mercado exigindo qualificação profissional. Então, o ideal é que os profissionais se qualifiquem e, posteriormente, se candidatem a essas vagas", destaca.

    Minas Gerais

    Minas Gerais gerou 32.684 novas oportunidades no mês de maio. O Estado teve 222.628 admissões, contra 189.944 demissões. A área que criou mais empregos foi a agropecuária, registrando um saldo de 20.366. No segmento, 37.215 trabalhadores foram admitidos, contra 16.849 demissões.

    O segundo lugar na geração de empregos formais foi o setor de serviços, fechando o período com um saldo de 4.259. Na área, 68.175 profissionais foram admitidos, contra 63.916 desligados.

    Os textos são revisados por Mariana Benicá

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