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    Segunda-feira, 30 de julho de 2012, atualizada às 14h50

    Papelarias de JF registram aumento de até 15% nas vendas às vésperas da volta às aulas

    Nathália Carvalho
    *Colaboração
    Papelaria

    O segundo semestre letivo inicia-se nesta semana na maioria das escolas públicas e privadas de Juiz de Fora. Com isso, estabelecimentos que comercializam materiais escolares aguardam incremento nas vendas que pode variar entre 5% e 15%.

    De acordo com o gerente de vendas da loja Palimontes, Sílio Borges, é observado que, a cada ano, os pais e alunos deixam para complementar as compras na volta às aulas no segundo semestre letivo. "Percebemos que eles não compram tudo de uma vez, em janeiro ou fevereiro, principalmente para equilibrar o orçamento." Além disso, ele comenta que a maioria dos clientes deixa para realizar as compras dos materiais de última hora. "Até quarta-feira receberemos muitos estudantes que ainda não terminaram de comprar o que precisam."

    Ele acredita que as vendas nesta semana e na próxima devem aumentar até 15%. Um outro motivo deste incremento, segundo o gerente, deve-se ao fato de alguns estudantes começarem o ano letivo em agosto, como acontece em algumas faculdades e nos cursinhos preparatórios para o vestibular. "É como se o ano estivesse começando ou recomeçando para alguns, daí a necessidade de comprar determinados objetos escolares", comenta.

    Dentro da mesma expectativa de crescimento de vendas, a papelaria Caçula também observa o aumento nas vendas. De acordo com o gerente, Luciano Duarte, eles costumam chamar esse período de "mini volta às aulas". Duarte explica que "o grande incremento nas vendas ocorre no início do ano, quando as pessoas aparecem com listas de materiais e realizam grandes compras. Agora, em julho, observamos um aumento de 10% e fizemos um cálculo que, em agosto, esse número deve atingir a marca dos 15%."

    Já o proprietário da papelaria Fazza, Rafael Fazza, acredita que esse período não seja tão promissor para as vendas quanto no início do ano. "Imaginamos que aumentará em, no máximo, 5%. Isso não representa uma significativa marca para o comércio", comenta.

    *Nathália Carvalho é estudante do 8º período de Comunicação Social da UFJF

    Os textos são revisados por Mariana Benicá

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