Sexta-feira, 11 de setembro de 2015, atualizada às 12h24

Partido Novo apresenta proposta em Juiz de Fora

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Com o intuito de formar lideres e apresentar seus pilares, o Partido Novo fez apresentação na última quinta-feira, 10 de setembro, no Independência Trade Hotel. A agremiação ainda aguarda a regulamentação por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que tem previsão de ser votada em setembro, conforme informou o representante do diretório nacional em formação, Júlio Zonatto. Com mais de 860 mil curtidas em sua página no Facebook, o Novo já possuí apoio mínimo de 486.480 eleitores espalhados por ao menos nove estados do Brasil. O partido será o 33º partido registrado no país e o nono criado nos últimos 10 anos.

De acordo com Zonatto, a ideia de criar a legenda surgiu em 2009 entre empresários, médicos, advogados e outros profissionais do setor privado, insatisfeitos com os impostos e seus impactos na economia dos país. "A princípio pensamos em formar uma Organização Não Governamental (ONG), mas esta solução seria pouca, entendendo que as mudanças se dariam apenas através da aprovação de leis. Por isso, foi pensado em um partido diferente de todos que já existem, com premissas voltadas para menor Estado na economia, diminuição da burocracia e mais participação do cidadão" afirma.

Das 492 mil assinaturas entregues ao TSE, o Novo já fundou 9 diretórios estaduais (em SP, RJ, MG, ES, DF, GO, MS, RO e RN) e 4 núcleos de apoio (no RS, SC, PR e PE). Ele conta que a intenção de vir à Juiz de Fora é de formar novas lideranças que abracem o Novo, convidá-las a entender os ideais da agremiação. "entendemos que neste momento temos que divulgar o máximo o Novo, e assim vão surgir quem se identifique e queira se tornar um futuro candidato".

O site do Novo elenca como seus valores a defesa das "liberdades individuais com responsabilidade", o livre mercado (onde, para a sigla, "os serviços são melhores do que aqueles ofertados pelo Estado, dados os mesmos custos"), uma visão de "longo prazo" para a administração pública, discussão da carga tributária, fim do carreirismo político, uma reeleição para o legislativo, diminuição da burocracia, além disso todo o candidato ou filiado deverá passar pela ficha limpa.

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