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    Quinta-feira, 28 de junho de 2012, atualizada às 18h

    Projeto Consultório de Rua recebe veículo para atuar em Juiz de Fora

    Jorge Júnior
    Repórter
    carro

    Foi realizada na tarde desta quinta-feira, 28 de junho, a entrega simbólica das chaves do carro que vai atender ao Projeto Consultório de Rua (PCR) de Juiz de Fora, que está em funcionamento na cidade desde o dia 13 de fevereiro de 2012.

    De acordo com o prefeito do município, Custódio Mattos, a proposta vai atender a um segmento da população que não tem condição de procurar assistência por conta própria. "Todos os países estão buscando maneiras de lidar com as drogas, assim como formas de prevenção, principalmente em relação ao crack."

    O projeto funciona por meio da gestão compartilhada entre as secretarias de Saúde (SS) e de Assistência Social (SAS) e a ONG Associação Casa Viva, oferecendo equipe multidisciplinar que permanentemente atua nas ruas da cidade. De acordo com a coordenadora e psicóloga do programa, Tatiana Tavares, cerca de 1.100 atendimentos foram realizados até o momento. Além disso, 378 pessoas estão cadastradas no PCR. "Atendemos a população de rua e usuários identificados como de risco potencial."

    Segundo Tatiana, atualmente, a equipe conta com três psicólogos, um assistente social, um enfermeiro e um psiquiatra, mas a ideia é ampliar o números de profissionais. Além desses, o chefe do Departamento de Saúde Mental, José Eduardo Amorim, disse que a equipe volante conta também com redutores de danos. "O redutor de danos é um representante da comunidade que realiza o contato entre os profissionais e os usuários em risco potencial", explica.

    Tatiana diz ainda que as equipes de abordagem atuam todos os dias, em todos os turnos, sendo uma vez durante a manhã e duas vezes à noite e à tarde. "Antigamente, atendíamos somente no Centro, mas agora estamos trabalhando também nos bairros da cidade."

    De acordo com a assessoria da SS, Juiz de Fora é uma das 19 cidades brasileiras selecionadas para implementação do projeto piloto PCR, da Coordenação Nacional de Saúde Mental do Ministério da Saúde (MS). O projeto já recebeu R$ 200 mil de incentivo e custeio, em repasse ao Fundo Municipal de Saúde. Por meio de um trabalho multidisciplinar, o PCR vem integrar ações intersetoriais de enfrentamento a um possível aumento do consumo de drogas, em especial o crack, no município, conforme diagnóstico feito em todo o país. Os objetivos do projeto são promoção dos direitos humanos e inclusão social, além do enfrentamento ao estigma da violência e ampliação das estratégias de redução de danos.

    Os textos são revisados por Mariana Benicá

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