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    Quinta-feira, 9 de agosto de 2012, atualizada às 12h

    População recebe atendimento médico gratuito durante comemoração dos 46 anos do HU

    Nathália Carvalho
    Repórter
    HU na Praça

    Cerca de 600 atendimentos e consultas de diversos setores médicos foram realizados, gratuitamente, por estudantes e profissionais do Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) durante a manhã desta quinta-feira, 9 de agosto. O evento integra as comemorações dos 46 anos do Hospital e foi realizado em vários estandes montados na Praça da Estação, no Centro.

    No local, os juiz-foranos puderam realizar exames de sangue para diagnóstico de diabetes e hepatite; aferição de pressão arterial, de peso, altura e circunferência abdominal; agendamento de consultas de urologia, mamografia e pediatria; atendimento de geriatria e mastologia; além de orientações sobre prevenção bucal e alimentação. Houve, ainda, a distribuição de preservativos e cartilhas de estímulos à memória aos idosos. Os médicos do barulho também fizeram presença, mais uma vez, e alegraram profissionais e pacientes que estiveram no local.

    O Centro Viva a Vida de Referência Secundária, um projeto do Governo Estadual em parceria com o HU que existe desde 2008, marcou presença no local como forma de divulgar o trabalho exercido. De acordo com o coordenador médico do Viva a Vida, Edval Nacle Estefen, o objetivo desta celebração é levar os serviços prestados pela instituição ao conhecimento da população. "O Viva a Vida tem a capacidade de realizar cerca de 2 mil exames por mês de mamografia, mas não atendemos nem metade deste número. Além disso, temos inúmeras vagas ociosas para atendimento de mastologia", conta.

    O médico acredita que o motivo da falta de demanda esteja relacionado com a "falta de informação e interesse das mulheres em procurar ajuda médica". Ele lembra que mulheres entre 45 e 69 anos, mesmo que não tenham sintomas, devem realizar o exame de mamografia de dois em dois anos. "É muito importante que o diagnóstico precoce seja realizado. E é bom reiterar que as mulheres podem nos procurar para o serviço, mesmo que não tenham consultado com médicos do HU", explica.

    HU na Praça HU na Praça HU na Praça

    Os textos são revisados por Mariana Benicá

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