Quarta, 27 de junho de 2007, atualizada às 16h53

Greve dos servidores da UFJF completa um mês. Assembléia vai definir novos rumos do movimento nesta quinta


Fernanda Leonel
Repórter

Nesta quinta-feira, dia 28 de junho, a greve dos servidores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) completa um mês, sem data para terminar, nem novidades no que diz respeito ao atendimento das exigências dos servidores por parte do governo federal.

Até o momento já aconteceram três reuniões com os Ministérios da Educação e do Planejamento. De acordo com o sindicato, a discussão da abertura de concurso público para preenchimento de aproximadamente cinco mil vagas, assim como a criação do "vale-saúde", entrou em pauta, mas ainda não tem posicionamento definido e oficial.

Na quinta, 28 de junho, a categoria também se reúne para discutir o movimento nacional e local em assembléia de greve, marcada para às 9h, no Restaurante Universitário do centro da cidade. A partir deste encontro, novos rumos ao movimento podem ser definidos.

Além do reajuste salarial, a classe pretende conseguir a reestruturação da tabela de salários-base e garantir o direito de greve, abalado pelo projeto de lei , que prevê novas regras para greves no funcionalismo público.

O grupo reivindica, ainda, igualdade de direitos entre servidores ativos e aposentados, concursos públicos para as universidades e a retirada do Projeto de Lei Complementar PLP 01/07 do Congresso Nacional - considerada por eles como uma proposta que limita o crescimento real da folha de salários dos servidores em 1,5%, assim como gastos com recursos humanos no serviço público. A greve também acontece contra a proposta de transformação dos hospitais universitários em fundações estatais de direito privado.

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