Sexta-feira, 23 de novembro de 2012, atualizada às 19h10

Setor de serviços é o que mais abre vagas no acumulado do ano em Juiz de Fora

Andréa Moreira
Repórter
Setor de Serviços

O setor de serviços, até o momento, é o que mais gerou empregos em Juiz de Fora, ao longo dos meses de 2012. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 23 de novembro, pelo Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregado (Caged). Entre os meses de janeiro e outubro, o setor criou 4.508 postos em Juiz de Fora, sendo que no mês de outubro foram admitidas 3.010 pessoas e demitidas 2.657, o que gerou um saldo positivo de 353 postos de trabalho.

Apesar de ter apresentado o maior número de contratações, em comparação com outros setores da economia, outubro não foi o melhor mês de desempenho da área. Em abril, serviços acumulou um saldo de 980 postos de emprego, sendo que 3.368 pessoas foram admitidas e 2.388 demitidas. O segundo melhor mês foi agosto, com um saldo positivo de 926 postos de trabalho, quando ocorreram 3.782 admissões e 2.856 demissões. O terceiro mês com mais contratações foi fevereiro, com 526; seguido por março, com 517 e janeiro, com 493. Outubro ocupa a sexta posição neste ranking. Em seguida, vem julho, com 290 postos e setembro, com 196. O nono mês é maio, que gerou 145, e até o momento, o lanterna, com o saldo de 82 empregos, é junho.

Em outubro de 2011, o setor de serviços gerou 739, seguido pelo comércio que gerou 151. Em outubro de 2012, o segundo setor que mais gerou empregos em Juiz de Fora também foi o comércio, com a admissão de 1.716 empregados e demissão de 1.676, resultando em um saldo de 40 empregos.

Piores setores

Os dados do Caged também revelam que o pior setor do mês de outubro deste ano foi o de agropecuária. Foram registradas 29 admissões contra 49 demissões, o que criou saldo negativo de 23 postos de trabalho. Também apresentaram saldo negativo os setores de administração pública, com uma admissão e 20 demissões; indústria de transformação, com 764 admissões e 767 desligamentos; e construção civil, com 776 pessoas contratadas e 778 dispensadas.

Os textos são revisados por Juliana França

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