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    Sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011, atualizada às 17h33

    Médicos da PJF querem piso salarial de R$ 9 mil e gratificação para plantonistas conforme tempo de serviço

    Clecius Campos
    Subeditor

    O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora divulgou, na noite da quinta-feira, 24 de fevereiro, uma carta aberta, apresentando a pauta de reivindicações dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), relativa à campanha salarial de 2011. O grupo reivindica a implantação do piso salarial da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), fixado em R$ 9 mil para a jornada de 20 horas semanais. Atualmente, o piso do médico que trabalha na PJF é de R$ 1.370 para 20 horas semanais.

    Outra reivindicação presente na carta — que traz mais cinco itens — é a criação de gratificação de médicos plantonistas que reconheça o tempo de serviço prestado pelos profissionais. "Do jeito que está [conforme adicional por exercício em regime de plantão nas unidades de urgência e emergência (AERP)], com a remuneração mínima de R$ 5 mil, a gratificação compromete aqueles que têm mais tempo de casa, causando um achatamento da carreira", avalia o presidente do Sindicato dos Médicos, Gilson Salomão. Segundo o sindicalista, o grupo ainda vai agendar uma reunião com a Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH), mas tem uma assembleia de categoria marcada para o dia 16 de março.

    Entre os demais pedidos, os médicos solicitam o cumprimento do acordo firmado em julho de 2009, que culminaria na formação das comissões para elaborar a minuta de um plano de cargos, carreira e vencimentos para todos os médicos municipais e para verificar as condições de trabalho nas unidades de saúde. O sindicato pede também a realização de concurso público para médico e de eleições para as Comissões de Ética Médica e diretorias clínicas para as unidades públicas que não têm.

    A categoria quer ainda a realização de inspeções sanitárias dos ambientes onde se realiza assistência médica da PJF e instituição do prontuário médico em todos os estabelecimentos públicos de saúde. A reivindicação final é a oferta de cursos de atualização, especialização, treinamento, formação e aperfeiçoamento, a cargo da administração pública.

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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