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    Sexta-feira, 14 de junho de 2013, atualizada às 17h

    Mulheres no climatério podem participar de atividades gratuitas

    Cintia Charlene
    *Colaboração
    hu

    O projeto Viver Melhor - Assistência Integral às Mulheres no Climatério, desenvolvido pelo Hospital Universitário (HU), está com as inscrições abertas. A ação, que visa atender mulheres no período de transição para a menopausa, será oferecida pela Unidade de Atenção Primaria a Saúde (Uaps) do bairro Guarani, localizada na rua Sofia Rafael Zacarias 685. As inscrições vão até a segunda-feira, 17 de junho.

    Serão 20 vagas, e as interessadas que não forem contempladas neste primeiro momento, poderão deixar seu nome no cadastro de reserva. O curso vai ocorrer nos dias 18 e 19 de junho, às 8h. Porém, no sábado, 22, às 9h haverá uma atividade envolvendo o grupo e o projeto Papo de Mulher'. ''É uma parceria que fizemos este ano com a Alcione Marocolo, que trabalha valorizando a mulher por meio da beleza e da estética'', afirma a enfermeira supervisora da Uaps Guarani, Kristiane Duque.

    O curso tem como foco discutir a fase do climatério. Serão abordados questões emocionais e comportamentais para que a mulher possa entender melhor essa fase. ''Não é uma palestra. Mantemos uma metodologia participativa entre as mulheres e os profissionais. É uma conversa. Procuramos envolver as pessoas, para que elas possam se sentir confortáveis em perguntar, trazer suas angústias, dúvidas. Não é grupo de terapia, mas um grupo educativo'', esclarece. A conversa será mediada por enfermeiras e assistentes sociais da Uaps.

    O foco do trabalho é promover a saúde e a qualidade de vida dessas mulheres. O climatério é uma etapa que começa por volta dos 40 anos e é caracterizado pela diminuição fisiológica da função ovariana, durante a qual existem alterações endócrinas, somáticas e psíquicas. Assim, um momento marcante do climatério é a menopausa, que significa a última menstruação. O déficit hormonal no organismo pode provocar uma série de sintomas físicos e emocionais que nem sempre são específicos, mas variam de acordo com fatores socioculturais, que determinam a maneira como esses sintomas são percebidos. O curso é oferecido a população há 10 anos.

    *Cintia Charlene é estudante do 7º período de Comunicação Social da UFJF

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